terça-feira, 16 de junho de 2020

Com oportunidades na construção civil, 61 vagas estão disponíveis no SINE de Ituiutaba; confira


Confira o quadro vagas de emprego disponibilizadas pelo Serviço Nacional de Emprego – SINE de Ituiutaba nesta terça-feira, 16 de junho de 2020.
Os interessados devem deixar o currículo na sede do SINE, juntamente com o número do Programa de Integração Social – PIS. A situação momentânea ocorre em cumprimento de medidas relacionadas ao combate ao Coronavírus.
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O Sine de Ituiutaba está situado na Avenida José João Dib com Avenida Onze, nº 975, e o atendimento é realizado de 8h às 11h e das 12h30 às 17h. O telefone para contato é o (34) 3271-8225.
Confira o quadro com vagas disponíveis!
Auxiliar de Fabricação (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses com trabalho braçal e curso de NR13
Mecânico Industrial (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS e curso de NR13
Eletricista Industrial (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS e curso de NR13
Operador de Utilidades (02 vagas para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS e curso de NR13
Caseiro (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses, casal com idade entre 45 e 50 anos e no máximo dois filhos
Ordenha e Serviços Gerais (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS, casal com idade entre 35 e 45 anos e no máximo dois filhos
Pedreiro (07 vagas para Ensino Funcamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Eletricista (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Carpinteiro (06 vagas para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Armador (03 vagas para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Auxiliar de Elétrica (07 vagas para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Auxiliar de Obras (10 vagas para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Corte e Carregamento de Cana (01 vaga)
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Salário a combinar
Necessita de experiência com o corte de cana
Operador de Supermercado (01 vaga para Ensino Médio)
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Salário de R$ 1.045,00
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Assistente Administrativo – Departamento Financeiro (01 vaga para Ensino Superior ou 2° Grau)
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Salário de R$ 1.500,00
Necessita de experiência de 6 meses, vaga feminina, idade entre 25 e 40 anos e CNH A ou B
Gestão Administrativa e Financeira (01 vaga para Ensino Superior ou 2° Grau)
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Salário de R$ 1.300,00
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS, idade entre 25 e 40 anos e CNH A ou B
Motogirl (01 vaga para Alfabetizado)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses, moto própria e CNH A
Mecânico de Motos (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses
Auxiliar Mecânico de Veículos Leves – Suspensão e Freios (01 vaga para Ensino Médio)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Encarregado de Obras e Mestre de Obras (01 vaga)
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Salário de R$ 3.000,00 + vale refeição + seguro de vida
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS e pessoa de até 60 anos
Gerente (01 vaga para Ensino Superior em Administração ou Processos Gerenciais)
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Salário de R$ 3.000,00
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS na função, vaga para pessoa do sexo feminino, perfil para liderar pessoas, disponibilidade, sendo de urgência e dinâmica, gestão de equipe e de monitores
Padeiro (01 vaga)
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Salário de R$ 1.582,63
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Soldador Argonista Inox (01 vaga para Alfabetizado)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS e disponibilidade para viagens
Ajudante de Estruturas Metálicas (01 vaga para Ensino Fundamental)
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Salário de R$ 1.149,50
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS, disponibilidade para trabalhar em outras cidades por meses e trabalho em altura
Telemarketing com Vendas de Empréstimos Consignado e Aposentados (01 vaga para Ensino Médio)
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Salário de R$ 1.045,00
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS, ter entre 18 e 40 anos, possuir moto e CNH A
Vendedora (01 vaga para Ensino Médio)
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Salário de R$ 1.045,00
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS, ter entre 18 e 40 anos, possuir moto e CNH A
Fisioterapeuta (01 vaga para Ensino Superior)
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Salário a combinar
Não necessita de experiência
Advogada (01 vaga para Ensino Superior)
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Salário a combinar
Necessita de experiência de 6 meses na CTPS
Varredeira/Varredor e Serviços Gerais (02 vagas)
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Salário de R$ 1.122,00 + seguro de vida + refeição
Vaga exclusiva para Pessoa com Deficiência
Eletricista (01 vaga para Ensino Médio)
ANÚNCIO. ROLE PARA CONTINUAR A LEITURA.
Salário de R$ 2.300,00
Necessita de experiência de 6 meses, CNH B ou AB, Curso Técnico em Eletrotécnica e NR10
Doméstica (01 vaga para Alfabetizado)
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Salário a combinar
Necessita de referências, sem filhos e trabalhar na fazenda

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Andrade Gutierrez convoca para vagas de emprego na construção civil, técnicos, engenheiros, auxiliares e mais neste dia 15 de junho

Andrade Gutierrez iniciou a semana com vagas de emprego para atender contratos em obras de construção civil no RJ, MT, SP e MG.

Andrade Gutierrez recebe currículos para novas vagas
Referência em obras em setores como infraestrutura e construção civil, a Andrade Gutierrez Engenharia S.A. está recrutando profissionais capacitados nas vagas de emprego de sensino médio e superior para os estados do RJ, MT, SP e MG.
Apesar de estarmos passando por uma crise e muitos setores terem paralisado suas atividades, alguns serviços continuam essenciais reduzidos mas não podem parar, que é o caso de alguns contratos industriais, civis e offshore
Andrade Gutierrez Engenharia possui 71 anos de experiência e tem como principal objetivo a prestação de serviços de engenharia em construção civil e infraestrutura, destacando-se em segmentos como hidrelétricas, portos, edificações, refinarias de petróleo, entre outros, no Brasil e exterior.

Confira abaixo os cargos convocados para as vagas de construção civil de ensino médio e superior nos estados do RJ, MT, SP e MG.

Inscrição
Se você deseja fazer parte do time e concorrer as vagas de emprego para trabalhar nos projetos de construção civil da Andrade Gutierrez, basta clicar no cargo acima desejado para se candidatar. Lembrando que as inscrições se encerram em breve portanto, não perca tempo e corra para garantir a sua oportunidade.

sábado, 13 de junho de 2020

Construção Civil – A Matec Engenharia está contratando engenheiro, mestre de obras, técnico em segurança, assistente de engenharia e mais

Reconhecida no segmento da construção civil, a Matec Engenharia contrata profissionais de diversas áreas para vagas de emprego

Forte na construção civil, a Matec Engenharia está com mais de 20 ...
Forte na construção civil, a Matec Engenharia está vagas de emprego para engenheiro, mestre de obras, técnico em segurança, assistente de engenharia, gerente de contrato, coordenador de controladoria e assistente fiscal.
São mais de 6 milhões de metros quadrados de áreas construídas em todo o país, 210 clientes atendidos nas mais diversas áreas (indústria, edificações, varejo, ciência e tecnologia, shoppings centers e saúde), 410 obras realizadas, cerca de 400 funcionários diretos e 2500 funcionários indiretos.
Com quase três décadas de atuação no Brasil, a Matec tem como maior diferencial conectar a sua visão da construção civil com a visão da operação do cliente para gerar mais eficiência e resultado. Hoje a empresa oferece vagas de emprego que você confere a seguir.
Assistente de Engenharia
Assistente Fiscal
Coordenador de Controladoria
Engenheiro(a) de Custos
Gerente de Contrato
Mestre de Obras
Técnico de Segurança do Trabalho

Inscrições vagas construção civil

Para se candidatar em alguma das vagas, assim como conferir outras especificações, você pode clicar aqui. Boa sorte!

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Prefeitura de Timon libera retorno da construção civil

Prefeitura de Timon libera retorno da construção civil
A Prefeitura de Timon baixou decreto liberando o retorno das atividades da construção civil no município de forma gradual. Com isso, as empresas poderão funcionar, mas desde que adotem os critérios de proteção sanitária exigidos pelo poder público para prevenir a disseminação do coronavírus. Veja o decreto.
O Comitê Gestor Municipal estabeleceu, como medidas sanitárias, o uso de proteção facial com máscara descartável ou de tecido. A empresa deve orientar funcionários e clientes, inclusive com afixação de cartazes, como deve ocorrer o cumprimento da etiqueta respiratória. 
Ainda consta, dentre várias exigências, a distância mínima obrigatória de um metro e meio de uma pessoa a outra e o limite de ocupação de pessoas ao mesmo tempo em um mesmo estabelecimento. Não havendo determinação em protocolo específico para a atividade, a recomendação será de apenas uma pessoa.
Os estabelecimentos do setor de construção civil deverão atentar ainda, para a higienização do local, disponibilizar lavatórios para a lavagem adequada das mãos, oferecer sabão ou sabonete líquido, papel toalha suficientes e álcool gel 70%.
“É importante destacar que as atividades e estabelecimentos vinculados ao setor da Construção Civil se referem aos profissionais liberais ou autônomos, englobando construção de edifícios, obras de infraestrutura e serviços especializados para construção, comércio de materiais de construção e materiais de mármores, vidros, madeira e artefatos”, diz a prefeitura.
As atividades de corretores de imóveis também estão liberadas. O decreto exige, além das regras sanitárias, que o atendimento seja individual e por agendamento, sendo que o estabelecimento deverá permanecer de portas fechadas. 

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Retorno da construção civil não teve totalidade do efetivo permitido

Polo gesseiro do Araripe chegou a demitir 40% dos funcionários (Foto: Sindugesso / Divulgação)

Diante da determinação do governo estadual quanto ao retorno do setor da construção civil com redução de 50% da força de trabalho, representantes do segmento relatam dois cenários distintos entre as construtoras. É fato que a maior parte mergulhou na retomada. Alguns, entretanto, optaram por esperar a autorização dos 100% do efetivo, marcada para o dia 22 de junho. Na prática, o setor contabiliza 60 mil postos de trabalho. Destes, 20 mil não chegaram a parar por atuarem em obras essenciais. Dos 40 mil restantes, 20 mil poderiam retornar desde a última segunda, já que a regra só permite 50% do efetivo. O quantitativo da volta, entretanto, ficou em torno dos 15 mil. Ademi-PE e Sinduscon-PE estimam que o setor deixou de gerar uma circulação da ordem de R$ 6 bilhões no estado.

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Segundo o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Gildo Vilaça, a decisão dos empresários baseou-se muito no tipo e fase de obra que cada construtora tinha em seu planejamento. “Algumas delas só podem ser executadas com a equipe completa. Na minha obra atual como empresário, por exemplo, tenho sete funcionários e ainda vou começar a etapa da fundação. Com três pessoas, não é possível fazer isto. Além disso, muitos trabalhadores ainda estão com suspensão dos contratos, vigente até o início da próxima semana. Sem contar que a escolha sobre quem retorna ou não é delicada visto tratar-se de uma remuneração vinculada à produtividade”, explica.

O presidente do Sinduscon-PE, Érico Furtado Filho, contesta a volta de apenas 50% do efetivo, alegando baixo índice de contaminação dos colaboradores do setor observado na maioria dos estados brasileiros onde o setor não passou por suspensão. “Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias – Abrainc, mostra que do total de 55 mil trabalhadores presentes nos canteiros pesquisados, apenas 1,15% foi contagiado durante o isolamento. Destes, 0,01% dos trabalhadores – 08 de 55 mil, em números absolutos, foram a óbito”, analisa. Ademi-PE e Sinduscon-PE estimam que o setor deixou de gerar uma circulação da ordem de R$ 6 bilhões no estado. As duas entidades comemoraram, entretanto, a volta dos canteiros com a reconquista do horário tradicional, de 7h às 17h, e não mais das 9h às 18h, como o poder público havia anunciado na semana anterior.

A maioria das construtoras retornou com 50% do seu efetivo, conforme autorizado pelo governo do estado, mas com uma série de modificações referentes a alimentação, higienização, turnos e utilização de EPIs. A construtora Rio Ave retornou com metade do seu time, o que significa 70 pessoas nas obras e 18 no escritório.

De acordo com Álvaro Ferreira da Costa, sócio da empresa, as práticas contemplam ainda a entrega de borrifadores, tanto para o trabalho quanto para a ida e volta à residência. “No escritório, também foi incentivada uma campanha de carona solidária para garantir a redução do uso de transportes públicos, além de flexibilização para evitar os horários de pico”, explica. Nas obras da construtora, foram instaladas novas pias de acionamento com os pés, além de mudanças nos locais das refeições, com delimitação de espaço e sinalizações. As áreas comuns de maior convívio e algumas estações de trabalho foram interditadas. Mesmo com a retomada, as reuniões envolvendo mais de três pessoas continuarão a ser feitas via teleconferência. A empresa oferece, ainda, a aplicação de testes rápidos para a identificação da Covid-19.

A MRV também voltou com a totalidade dos 50% permitidos do seu efetivo. Na íntegra, a empresa possui 900 funcionários diretos e aproximadamente 2,7 mil indiretos. O grupo possui, atualmente, oito empreendimentos em obras localizadas em Paulista, Jaboatão dos Guararapes, Recife e Caruaru. O diretor de produção da MRV em Pernambuco, Mauricio Raso, afirma que os funcionários têm a temperatura corporal aferida com aparelho digital, eliminando contato físico. “Ainda utilizam máscaras, têm entrada e saída fracionada para evitar aglomeração nas áreas de ponto eletrônico e vestiárioa, além de usarem copos descartáveis”, relata. Lá, também, as reuniões serão realizadas em ambientes abertos e com distanciamento. As visitações de grupos de estudantes nos ambientes estão suspensas.

Outra construtora, a Moura Dubeux, também retornou com 50% do seu efetivo, mas com algumas restrições como demarcações para o distanciamento, entrada dos funcionários em número de cinco em cinco. Todos também precisam lavar as mãos e aferir temperatura. No horário das 7h às 17h, são fornecidas quatro máscaras por dia, a cada um. No local, também acontecem dois turnos por refeições, oferecidas em marmitas.

Polo gesseiro demitiu 40% dos funcionários

No início de abril, com a suspensão das obras em Pernambuco, o polo gesseiro do Araripe sofreu um grande impacto com o recuo das vendas em até 80%. Dois meses depois, e mesmo com o retorno gradual da construção civil, o percentual permanece igual. Além disso, as demissões atingiram 40% dos trabalhadores do setor, tendo em vista o fato de que muitas fábricas tiveram que reduzir sua produção e outras paralisaram as suas atividades. Há, entretanto, expectativa de melhoria, ainda tímida, a partir do mês de julho.

A presidente do Sindugesso Araripe, Ceissa Costa, conta que as empresas estão operando, atualmente, com 35% da sua capacidade de produção, em média. “No momento, temos que aguardar como será a demanda pelos produtos de gesso para então termos uma projeção melhor da recuperação. O período de 2020 ainda é bastante incerto”, avalia. Ela relembra, ainda, o fato de que este é um setor com respostas mais lentas. “Mesmo quando a construção voltar integralmente, o gesso é a última etapa, a fase de acabamentos”, acrescenta.

Sobre as estratégias para minimizar os efeitos da crise neste retorno, Ceissa acredita que o isolamento dos consumidores e a limitação de funcionamento das empresas levou o mercado a procurar canais de atendimento e vendas utilizando a internet. “Mesmo setores tradicionais como a construção civil e o varejo buscaram estratégias para usar o digital para minimizar as perdas e ganhar fôlego para passar a crise.  Então vimos que esse é o momento para Polo de Gesso do Araripe entre no digital de forma profissional”, afirma.

Para isso, o sindicato desenvolveu o projeto GESSO 5.0 - vendas e marketing digital, que une empresas do cluster do gesso para oferecer o material certificado de qualidade para o mercado nacional usando canais digitais. Serão utilizadas redes sociais, site, aplicativos, atendimento on-line 24x7 e outras estratégias digitais. Instituições como o SEBRAE e FIEPE, além de aproximadamente 20 empresas, já sinalizaram apoio ao projeto.

O diretor regional da Fiepe, Francisco Alves, confirma as tímidas expectativas de melhoria. “A notícia boa é que não houve redução além do que estávamos há dois meses atrás, mas ainda não houve resposta que pudéssemos caminhar rumo aos 50 ou 70% de redução nas vendas. A produção não foi embargada, mas o comprador parou de consumir. Então, como produzir se demanda não acontece”, afirma. Ele acredita, entretanto, que a pandemia deixou uma lição, para além dos estragos, para os empresários. “De olhar com atenção para a musculatura da sua empresa, fazer planejamentos com cautela e controle, rever seus fluxos de caixa, manter os pés no chão. Isto porque ao final mercado terá fome de consumo como há muito tempo não tem acontecido”, opina.

Ele reforça, ainda, a necessidade de haver mais praticidade na concessão de créditos aos empresários. “Os valores destinados pelo governo às micro e pequenas empresas não têm chegado às mãos deles, pois as exigências são brutais. É necessário este estreitamento das relações do governo com setor produtivo para desenvolvermos hábitos melhores que nos façam competir em nível igualitário”, finaliza.

- As fábricas de calcinação, produtos pré-moldados e mineração geram de 10 a 15 mil empregos diretos e 30 mil indiretos.

- A região que compreende as cidades de Araripina, Trindade, Ipubi, Ouricuri e Bodocó respondem por 95% destes produtos consumidos no Brasil.

- Quantitativo das empresas do setor:

22 mineradoras de gipsita

160 calcinadoras de gesso

Mais de 300 fábricas de pré-moldados de gesso.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Construção civil tem inflação de 0,17% em maio

Construção civil

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou inflação de 0,17% em maio. A taxa ficou abaixo do 0,25% observado em abril.
O Sinapi acumula taxas de inflação de 1,33% no ano e de 3,74% em 12 meses. Com a alta de preços de maio, o custo da construção por metro quadrado ficou em R$ 1.174,02.
Os materiais de construção tiveram inflação de 0,19% em maio e passaram a custar R$ 615,56 por metro quadrado. Já o metro quadrado da mão de obra teve alta de 0,14% no mês e passou a custar R$ 558,46.

terça-feira, 9 de junho de 2020

Construção civil é o setor que mais gerou novos empregos em Ponta Grossa neste ano


(Foto: Arquivo DC)
A construção civil é o setor que mais gerou novas vagas de emprego em Ponta Grossa neste ano, até abril: são 1.172 novas vagas, através de 2.648 admissões e 1.476 demissões. Os dados setoriais foram divulgados recentemente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Governo Federal, e relatam apenas as vagas formais, com carteira assinada.
Considerando as diversas terceirizações, quando os trabalhadores são contratados como prestadores de serviço através da sua microempresa individual (MEI), por exemplo, o número é maior. De acordo com dados repassados pela Sala do Empreendedor neste ano foram formalizados através do órgão 53 MEIs de pedreiros e 17 de pintor.
“As atividades ligadas ao setor de construção civil são as mais procuradas para formalização junto à Sala do Empreendedor. Correspondem em média a 17% das formalizações (pintor, azulejista, encanador) . Apesar da legislação do MEI especificar que ‘para a regularização da obra de construção civil, a pessoa física terá a obrigação de recolher a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a remuneração paga aos MEI e aos contribuintes individuais, prevista no inciso III do art. 72 da IN RFB nº 971, de 2009’, esta modalidade de contratação tem sido uma alternativa muito procurada após a lei de terceirização”, destaca a coordenadora do órgão, Tônia Mansani.
“Sem dúvidas a formalização de MEIs nas áreas de construção civil,reflete diretamente no Caged do município, pois as atividades ligadas a construção civil mantiveram seu ritmo, mesmo na pandemia”, avalia Tônia.
Outros setores
Entre os cinco grandes setores econômicos, apenas a agropecuária também registrou um saldo positivo de empregos, com 15 vagas. Na outra ponta, o que mais sofreu com a crise econômica decorrente das medidas de combate ao novo coronavírus foi o comércio, com a redução de 747 empregos – que inclusive ficou de portas fechadas por duas semanas na cidade e desde abril está seguindo um funcionamento escalonado, com horário e dias de atendimento reduzidos. Na sequência, figuram os serviços, que demitiram 185 pessoas a mais do que contrataram, e a indústria, com saldo negativo de -56.
Detalhamento
Dentre os cinco setores, dois possuem subsetores detalhados no Caged, a indústria e os serviços. Dentro da indústria, a atividade econômica com melhor desempenho entre eles, apenas as empresas de eletricidade e gás tiveram saldo positivo (40). As indústrias de transformação (-88), extrativas (-5) e água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (-3) fecharam vagas de emprego.
Já entre os prestadores de serviço os resultados positivos ficaram com a educação (155), informação e comunicação (58), atividades profissionais, científicas e técnicas (23) e outras atividades (52), enquanto que “administração pública, defesa e seguridade social” seguiu estável, com a mesma quantidade de contratações e demissões.
Entre as que extinguiram vagas se destacam alojamento e alimentação (-254), transporte, armazenagem e correio (-125) e saúde humana e serviços sociais (-46). Com resultados negativos, porém menores, figuram artes, cultura, esporte e recreação (-7), atividades financeiras (-15) e atividades imobiliárias (-3).

sábado, 6 de junho de 2020

Com 4 mil demissões, Construção Civil aguarda retorno e elabora protocolo de segurança



Um dos setores que mais foi afetado pela pandemia causada pelo novo coronavírus, com mais de 4 mil demissões em Teresina, a Construção Civil está na expectativa para o retorno das atividades. O setor já apresentou um protocolo de segurança ao prefeito da capital, Firmino Filho, e aguarda a deliberação de uma data para a volta dos trabalhos.
Segundo o vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Teresina (Sinduscon), Guilherme Fortes, o protocolo é semelhante ao que outros estados estão adotando, como o Maranhão e Ceará, por exemplo.
“Nós da Construção Civil temos uma expectativa muito grande do retorno das obras. Assim que foi anunciada a pandemia, o setor entendeu que era importante parar e estudar as melhores práticas evitando a disseminação da doença. Inicialmente nós propomos uma parada, até antes da prefeitura, de 3 semanas para poder ver as melhores soluções pelo mundo. Após esse estudo nós preparamos esse protocolo, que consegue ser aplicado nas pequenas, médias e grandes obras e tivemos a preocupação de fazer a interlocução com estados vizinhos, como o Maranhão e Ceará. A gente discutiu com eles. Eles adotaram e é prática deles”, afirma o empresário.
Além dos canteiros de obras, o vice-presidente explica que o protocolo serve para toda a cadeia produtiva da Construção Civil, como fábricas e lojas.
“Juntamos com a Fiepi (Federação das Indústrias do Piauí) e fizemos que esse protocolo norteasse também a cadeia da construção civil, como fábrica de tijolos, telhas, tintas, equipamentos, peças. Aplicamos e sugerimos que ele fosse seguido por toda a cadeia”, explica Guilherme.
Segundo o vice-presidente do Sinduscon, em todo o país cerca de 800 obras estão sendo monitoradas em plena pandemia. “O setor da Construção Civil está monitorando em todo o país 800 obras. Não tem nenhuma em Teresina, pois estamos parados, mas ao longo do país são 800 obras com mais de 54 mil pessoas sendo monitoradas. Esse trabalho tem dado certo. O número são muitos bons”, disse.
Foto: Sinduscon

Trabalhadores seguem protocolo com distanciamento em refeitório
Guilherme ressalta que os canteiros de obras são seguros para trabalhar, já que não ficam expostos a visitas externas.
“O canteiro de obra é muito seguro para trabalhar. Não há visita externa. É um ambiente controlado e nós aqui esperamos muito ansiosamente o retorno. Tentamos esse diálogo com a prefeitura, sensibilizá-los. Dialogamos bastante e nosso anseio é que as coisas voltem para ajudar a economia desenvolver”, afirmou.
72 mil trabalhadores aguardam retorno
De acordo com dados do Sinduscon, 72 mil trabalhadores aguardam o retorno das atividades. Eles foram incluídos na Medida Provisória 936/20, que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que autoriza os empregadores, temporariamente, suspender contratos de trabalho por até 60 dias.
“Se as coisas não retornaram corre risco dessas 72 mil pessoas ficarem prejudicadas. A economia é um organismo vivo, as coisas se interligam. A gente precisa que essa interligação aconteça com segurança. Quando a suspensão acabar eles vão querer retornar aos seus posto de trabalho”, declarou.
Veja o que diz o protocolo:
No acesso ao canteiro de obras
Na entrada do colaborador na obra é realizado a medição de temperatura e uma análise visual do estado físico, como possíveis espirros e tosse. Em caso de alteração, o colaborador é isolado e enviado para unidade de saúde.
Utilização do vestiário
Os acessos aos vestiários são controlados, os colaboradores são separados em pequenos grupos para troca de roupas e higienização após execução dos serviços. E nos casos de filas, é respeitado o afastamento entre os colaboradores, conforme recomendações do Ministério da Saúde. As demarcações de afastamentos no piso são importantes para manter o distanciamento e a organização nos acessos.
Utilização do refeitório
A utilização do refeitório segue as regras de restrição de acesso, as filas são espaçadas para recebimento de alimentação e há separação de pequenos grupos de colaboradores para acesso ao mesmo e divisão de turno. As mesas são separadas conforme recomendações e são utilizadas por apenas um colaborador por vez. E para higienização os refeitórios são equipados com álcool gel e com lavatórios externos para lavagem das mãos antes e após as refeições.
Execução dos serviços
Os colaboradores utilizam EPIs como a máscara para execução de todos os serviços. A distribuição do álcool gel em pontos estratégicos das obra é de fácil acesso e utilização.
Limpeza das áreas comuns
A equipe de limpeza da obra executa constantemente a higienização das áreas comuns, focadas em pontos como maçanetas, armários, torneiras, lavatórios e demais objetos que possuem contato com as mãos. O kit de materiais utilizados para a higienização é composto Água sanitária e o desinfetante, ambos são indicados para desinfecção e desodorização de ambientes em geral e possuem ação direta em superfícies como piso, paredes, mesas.
Identificação do grupo de risco
Os colaboradores acima de 60 anos e com doenças como hipertensão, diabetes e problemas respiratórias são identificados e afastados dos canteiros como forma de prevenção e cuidado com o colaborador. Os mesmos entram de férias até o momento propicio para o retorno aos serviços.
Kits de prevenção
Os Kits de prevenção como máscaras estão sendo distribuídos no canteiro de acordo com a necessidade, assim como os procedimentos dos EPIs já utilizados na rotina do canteiro.
Registro de ponto
O ponto eletrônico é substituído pelo cartão de ponto para que o contato dos dedos na máquina não aconteça e impeça a transmissão.
Doação de kits para higiene pessoal
Um Kit contendo sabonete, detergente, Álcool Gel 70% e sabão em barra será entregue para o colaborador para que seja utilizado de forma consciente e responsável.
Reuniões e encontros ao ar livre
As reuniões e encontros com as equipes são realizadas ao ar livre para evitar aglomerações e confinamento em locais fechados e sem circulação de ar.
Fonte: https://cidadeverde.com/