O Instituto da Construção (IC) Ribeirão lançou o Emprega Civil, um programa de encaminhamento de pessoas ao mercado de trabalho na área da construção civil.
Podem participar do programa pessoas em busca de trabalho e empresas que oferecem vagas de emprego no setor.
O cadastramento dos trabalhadores deve ser feito pessoalmente na sede do IC em Ribeirão Preto. Qualquer pessoa que atue no setor da construção civil pode se cadastrar, basta levar documentos pessoais, Carteira de Trabalho e, se possuir, currículo. O cadastramento é gratuito e é realizado no horário das 8h às 18h, na avenida Independência, 791.
Já a empresa que tiver vagas de emprego, basta fazer o cadastro no site do Emprega Civil e disponibilizar a vaga. O contratante poderá acessar o currículo online de cada candidato. O site ainda vai disponibilizar vagas de estágio.
"O Emprega Civil é um projeto-piloto e visa ajudar trabalhadores da construção civil que estão desempregados a serem recolocados no mercado de trabalho, bem como ajudar empresas de todos os tamanhos a contratarem os melhores talentos", destaca o engenheiro civil Bruno Fernandes Ciola, diretor do IC.
A prefeitura de Itapecerica da Serra abre na próxima quarta-feira, dia 21 de novembro, a partir das 14h, as inscrições para o Curso de Construção Civil no Fundo Social de Solidariedade (FUSSIS). O projeto visa profissionalizar os moradores da cidade e abrir portas no mercado de trabalho.
Para realizar a inscrição, o candidato deverá comparecer ao FUSSIS, na Estrada João Rodrigues de Moraes, número 660, no bairro da Lagoa, próximo ao Rodoanel, portando RG, CPF e comprovante de residência, além de ser maior de 18 anos e morador da cidade.
O curso de 60 horas, totalmente gratuito, irá disponibilizar aulas teóricas e práticas sobre: matemática; ferramentas e materiais básicos de trabalho; como ler um projeto; organização e preparação do local de trabalho; como fazer fundações; entre outros temas importantes. As inscrições iniciam após a cerimônia oficial da aula inaugural.
O Curso de Construção Civil é uma conquista do FUSSIS em parceria com o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (FUSSESP), com coordenação da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social.
Fonte: http://www.otaboanense.com.br
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Plataforma de negociação de compras para a construção civil — Foto: Reprodução/Oferecer.com.br
Uma startup desenvolvida por jovens paraibanos otimiza o tempo de busca e consulta de preços de materiais da construção civil. A plataforma vai ser apresentada durante a feira Construcon 2018, que acontece do dia 29 de novembro a 1º de dezembro, no Centro de Convenções de João Pessoa, das 14h às 21h (horários locais).
De acordo com Fernando Júnior, desenvolvedor de sistemas e co-fundador da plataforma Oferecer.com.br, a ideia da startup é que os clientes consigam ter a cotação do material que precisa, comparando os fornecedores de sua preferência.
“Percebemos que existiam diversas plataformas que faziam orçamentos para seus clientes, mas quase nenhuma fazia cotação, comparação de preço entre fornecedores”, explica.
O estande da empresa na Construcon é voltado para os empresários da construção civil e também para fornecedores e pessoas interessadas. “Esperamos que diante da convergência entre os mais diversos profissionais da construção civil no evento, possamos não só negociar nosso produto, mas expandir nossa rede de contatos e encontrar novos parceiros”, completa Fernando.
A Feira Brasileira da Indústria da Construção e Arquitetura (Construcon) é uma plataforma para geração de negócios e desenvolvimento tecnológico dos dois setores. O evento é direcionado aos profissionais e estudantes, das áreas de engenharia, arquitetura, design arquitetura, construção de edifícios, paisagismo, técnicas de edificações, além de empresários dos setores do varejo da construção, fabricantes e distribuidores de produtos para o segmento.
Serão mais de 100 marcas expostas na feira, entre empresas e indústrias do setor, distribuidores, associações, entidades e representantes governamentais. O evento é uma oportunidade para geração de parcerias e novos negócios.
Fonte: g1.globo.com/pb/paraiba
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Entidades ligadas ao setor da construção vão discutir com o governo como destinar recursos extras liberados para obras do MCMV (Minha Casa, Minha Vida) e, assim, evitar judicialização.
A Caixa Econômica Federal anunciou, na última segunda (12), que suspendeu as contratações na faixa 1,5 do programa, voltada para famílias com renda mensal de até R$ 2.600, por falta de recursos.
Um dia depois, o conselho curador do FGTS, que financia o programa, liberou R$ 500 milhões para a continuidade de obras.
Conjunto habitacional do programa Minha, Casa Minha Vida na região administrativa do Paranoá, nordeste do DF - Pedro Ladeira - 23.nov.17/Folhapress
O destino do subsídio, porém, ainda não foi decidido, segundo um membro da equipe do ministério das Cidades.
“Conversamos com a Caixa e as empresas e, pelo que vimos, a estratégia é priorizar as faixas 2 e 3 porque elas permitem entregar mais unidades com menos recursos”, diz Renato Lomonaco, da Abrainc (das incorporadoras).
Antes de qualquer decisão, será preciso checar os cálculos do MCMV, afirma José Carlos Martins, presidente da Cbic (câmara setorial).
“Vamos procurar o ministro na segunda-feira [19] e discutir qual será o destino dos R$ 500 milhões. A Caixa terá de mostrar as contas, porque há muita obra parada no país”, afirma ele.
“Se já contratei com a Caixa [um financiamento] para um projeto na faixa 1,5 e comecei a construir? Ficará por isso mesmo? Isso é quebra de contrato, trará judicialização.”
Procurados pela coluna, a Caixa e o ministério das Cidades não se manifestaram.
Terra para casas
A RNI (Rodobens Negócios Imobiliários) vai adquirir em 2019 ao menos 15 terrenos para futuros lançamentos da incorporadora. O número de imóveis poderá chegar a 20, segundo o copresidente da empresa, Alexandre Mangabeira.
“Em obras, o aporte previsto para as áreas é de R$ 500 milhões ao ano”, diz ele.
“Para fazer frente à estratégia de ter ao menos 70% dos empreendimentos voltados ao Minha Casa, Minha Vida, precisaremos de áreas que gerem valor geral de vendas de R$ 2 bilhões”, afirma.
A companhia, que vai priorizar permutas nas aquisições, fará no mínimo 12 lançamentos em 2019 no interior de São Paulo e em cidades do Centro-Oeste com forte presença do agronegócio.
A empresa, que passou por uma reestruturação em 2017, teve lucro de R$ 2,7 milhões no terceiro trimestre, impulsionado pela venda de um terreno.
“Os ajustes já foram feitos e reduzimos em 75% o prejuízo do ano passado. Queremos crescer em receita mantendo a atual estrutura.”
R$ 148,5 milhões é a receita bruta acumulada em 2018 até o 3º trimestre
R$ 18,3 milhões é o prejuízo até setembro
Arrecadação da Mega-Sena cai 11,5% de janeiro a outubro de 2018
A arrecadação da Mega-Sena nos dez primeiros meses de 2018 foi 11,5% mais baixa que a do mesmo período do ano passado. A Quina, cuja soma das apostas é menor, também teve retração no período, mas de 5%.
Os dados são da Caixa Econômica Federal.
A receita das lotéricas varia muito de ano para ano.
Se há prêmio acumulado, o interesse pelos jogos aumenta, segundo Pedro Trengrouse, professor da FGV.
“Existem três casas lotéricas por município no Brasil, e elas também prestam serviços da Caixa. Muita gente só aceita ficar na fila se o valor do sorteio estiver acumulado.”
Cada brasileiro gasta, na média, US$ 18,53 (R$ 70) por ano em apostas, contra o dobro na Argentina e no Uruguai —em países como a França, o valor é mais de dez vezes maior, segundo Trengrouse.
O mercado brasileiro de loterias e jogos movimenta cerca de R$ 50 bilhões por ano.
“A arrecadação está longe do potencial. Essa é uma possível fonte de recursos para a União: de cada R$ 1 apostado no Brasil, cerca de R$ 0,7 ficam com o governo e o resto vai para os premiados.”
Outras modalidades de jogos de azar têm ganhado espaço. As apostas online têm receita de cerca de R$ 4 bilhões, segundo ele.
Retorno com foco em casa
Quatro empresas brasileiras integram a lista de 50 companhias voltadas para o mercado doméstico que, em países emergentes, crescem em um ritmo superior ao de outras multinacionais e estatais, segundo a consultoria BCG.
São elas Equatorial Energia, o grupo educacional Kroton, a locadora de automóveis Movida e a varejista farmacêutica Raia Drogasil.
O Brasil só possui menos empresas na lista que China (11) e Índia (9), e empata com África do Sul e Rússia. Ao todo, 18 países têm representantes na seleção.
Um índice com as 38 integrantes que já apareceram no último levantamento, feito há quatro anos, geraria um retorno de 18% a acionistas desde então —nenhuma das brasileiras foi citada em 2014.
No mesmo período, o retorno do índice S&P 500 foi de 12% e o do MSCI de países emergentes, 7%, de acordo com a consultoria.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
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ma sequência de colinas, cobertas por flores nativas, suculentas e canteiros de morangos silvestres, se erguem ao redor de Scott Moran. Borboletas voam de flor em flor, enquanto ele observa um casal de falcões de cauda vermelha ensinando os filhotes a caçar no topo das montanhas.
Moran não está contemplando uma paisagem bucólica no campo. Na verdade, ele está em seu horário de almoço, no topo do prédio em que trabalha, no centro de São Francisco, nos Estados Unidos. O burburinho da agitação da vida urbana o cerca por todos os lados.
Ele trabalha na Academia de Ciências da Califórnia. O edifício conta com uma cobertura de 10 mil metros quadrados de "telhado vivo", onde vivem cerca de 1,7 milhão de plantas, pássaros e insetos. O espaço foi meticulosamente projetado para estar entre um dos mais sustentáveis do mundo.
Painéis solares que circundam o "telhado vivo" fornecem 5% da energia do prédio, enquanto a água que escoa pelos canos dos banheiros também gera energia. Claraboias abrem e fecham automaticamente para ajudar a regular a temperatura no interior do edifício, enquanto a luz natural é usada para iluminar o máximo possível o ambiente.
Nos 15 anos em que trabalha na Academia, Moran ajudou a projetar, a construir e agora - como diretor sênior de exposições e arquitetura - a manter os sistemas sustentáveis do edifício. É o tipo de função que ele acredita que se tornará ainda mais importante no futuro.
"Está ficando cada vez mais claro que os edifícios precisam ser projetados e usados de forma a economizar o máximo de energia e água possível", diz Moran.
"Isso requer uma tecnologia sofisticada e haverá muita demanda por profissionais com as habilidades necessárias para que isso aconteça."
A construção de novos prédios sustentáveis, como esse em que Moran trabalha, deve gerar mais de 6,5 milhões de postos de trabalho até 2030, segundo previsões da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Depois da área de energia, este será o segundo setor que mais vai crescer no âmbito de empregos verdes nas próximas décadas.
Seja verde Esse "boom" é resultado de uma necessidade cada vez maior de edifícios que consigam lidar com múltiplos desafios: cumprir as metas do acordo climático de Paris, custos crescentes de energia, escassez de água e aumento do risco de condições meteorológicas extremas. Tudo isso está levando a um movimento conhecido como construção verde.
Arquitetos, engenheiros e construtoras tentam criar edifícios que consumam o mínimo de eletricidade possível, gerem sua própria energia, reciclem água e sejam capazes de se aquecer ou resfriar sem necessidade de ar-condicionado ou aquecedor central.
As novas tecnologias estão ajudando a transformar residências e empresas em estruturas inteligentes e sustentáveis.
Em 2000, apenas 41 projetos de construção foram oficialmente classificados como edifícios verdes nos EUA. No ano passado, esse número saltou para mais de 65 mil. Em outros lugares do mundo, houve aumentos semelhantes - e essa é uma tendência que deve continuar.
"Governos de todo o mundo se comprometeram a limitar o aquecimento global a 2 °C como parte do Acordo de Paris", lembra Terri Wills, presidente-executiva do World Green Building Council.
"Atualmente, os edifícios geram cerca de 38% das emissões globais de gases de efeito estufa relacionados a energia. Isso significa que não atingiremos a meta de 2 °C, a menos que todos os prédios se tornem mais sustentáveis em termos de construção e funcionamento", diz Wills.
O próprio prédio em que ela trabalha, no centro de Londres, contém exemplos de recursos que podem se tornar padrão nos imóveis no futuro.
Grande parte do material utilizado na construção é reciclado ou proveniente de fontes naturais, como madeira, na tentativa de reduzir as emissões de carbono geradas no processo de construção.
A iluminação especializada se adapta à quantidade de luz natural que entra pelas janelas, enquanto a energia solar aquece a água usada nos banheiros do escritório.
"Todos vão precisar de novos tipos de expertise", diz Wills. "Haverá necessidade de engenheiros que saibam lidar com sistemas de energia renovável, arquitetos capazes de elaborar projetos bonitos com emissões zero ou que utilizem materiais reciclados."
"Precisamos de planejadores urbanos que consigam conectar os transportes públicos de maneira eficiente e especialistas em finanças que saibam gerenciar construções verdes", completa.
Algumas profissões provavelmente serão mais demandadas do que outras. O Escritório de Estatísticas de Trabalho dos EUA prevê um crescimento de 105% nos empregos para instaladores de painéis solares até 2026, com a criação de mais de 11,8 mil postos de trabalhos no país.
Mudanças na China Seguindo a tendência, o governo chinês estabeleceu metas agressivas como parte de seu plano quinquenal, exigindo que 50% de todos os prédios urbanos novos tenham certificação verde.
"Haverá também a necessidade de tornar os edifícios existentes mais resistentes ao clima", diz Nicolas Maitre, economista da OIT, que vem pesquisando o impacto da construção verde na economia.
"No Reino Unido, serão criados cerca de 20 postos de trabalho para cada US$ 1 milhão investido na infraestrutura existente, enquanto na China serão cerca de 200 e no Brasil, 160. Estes também serão empregos qualificados."
"Haverá ainda a criação de muitas vagas ligadas à construção no setor hídrico, à medida que os países tentam se adaptar às mudanças climáticas. Na Argentina, por exemplo, seu plano nacional de 15 anos para a água vai resultar em 200 mil postos de trabalho", completa.
A crescente demanda por especialistas no setor de construção civil verde significa que muitas empresas já estão com dificuldade para recrutar profissionais suficientes.
"Na parte de engenharia, estamos com dificuldade para contratar todo o pessoal de que precisamos", conta Alisdair McGregor, diretor e engenheiro mecânico da Arup, que liderou a construção do prédio da Academia de Ciências da Califórnia.
"Em meados da década de 1990, a construção verde era quase uma sociedade secreta de cerca de 100 pessoas que participavam de conferências, mas a partir de 2000 ela explodiu.
Estamos vendo muitos clientes importantes - tanto governamentais, quanto corporativos - que estão querendo fazer isso."
"Existe agora uma grande demanda por engenheiros criativos para trabalhar nesses projetos.
As empresas de arquitetura com as quais trabalhamos estão vivendo o mesmo cenário", acrescenta.
Alice Moncaster, especialista em construção sustentável na Universidade Aberta do Reino Unido, espera que a demanda por novas habilidades na indústria de construção também encoraje mais mulheres a assumirem funções nessa área.
"Há uma falta de diversidade chocante dentro do setor", diz ela. "Minha esperança é que as novas habilidades [requisitadas] incentivem mais mulheres e permitam que elas cresçam em todas as profissões da área de construção sustentável."
Empregos completamente novos provavelmente vão surgir diante da crescente demanda por edifícios verdes. A OIT prevê a criação de cargos como ecodesigner - para projetar produtos mais eficientes -, e especialistas em eficiência energética se tornarão cada vez mais importantes em países como a China e a Índia, onde o setor de construção civil está em expansão.
"Vamos ter necessidade de profissionais para atuar como consultores de emissões, por exemplo, que possam avaliar o impacto do carbono em uma construção e ajudar a reduzi-lo", diz Wills.
"Haverá uma demanda enorme por habilidades que até agora eram amplamente especializadas."
Para enfatizar esse aspecto, Wills mostra outro atributo literalmente verde de seu escritório - uma parede coberta de plantas que ajudam a limpar o ar.
As "paredes vivas" estão cada vez mais presentes em edifícios ao redor do mundo - o One Central Park, em Sydney, na Austrália, tem o jardim vertical mais alto do mundo, enquanto a nova sede do Google em Londres vai contar com uma ampla área verde na cobertura.
"Temos uma equipe especializada que vem cuidar da nossa 'parede viva'", explica Wills. Moran também acredita os prédios sustentáveis vão exigir habilidades que não tiveram muito destaque no setor da construção civil no passado.
"É preciso um conjunto de habilidades diferentes para cuidar de um telhado vivo, em comparação com o paisagismo padrão", diz ele.
"Você precisa entender o ambiente, como a direção do sol e do vento podem afetar (o jardim). Mas também estamos vendo a tecnologia sendo integrada a tudo."
"Nosso edifício todo é controlado por um sistema central de computadores, então, agora a gente pode andar com um iPad na mão e fazer todos os ajustes em tempo real", explica.
"Isso é algo que vai se tornar apenas mais um atributo dos edifícios no futuro."
Fonte: epocanegocios.globo.com
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O consultor de Mercado Marcos Kahtalian, de Curitiba, um dos mais renomados especialistas em mercado imobiliário do Paraná, esteve em Cascavel na noite de terça-feira (06), a convite do Sinduscon Paraná Oeste, do Secovi e do Sebrae, para comandar o workshop “Indicadores da Construção Civil 2018”. O evento discutiu temas como “Análise do cenário imobiliário de Cascavel e região Oeste do Paraná”, “Análise da oferta de imóveis”, “Onde investir” e “Onde morar”.
Algumas constatações do estudo anual feito pela empresa de Kahtalian, a Brain Inteligência Corporativa, chamam a atenção. No cenário político, há um horizonte de apoio à cartilha do liberalismo impresso pela vitoriosa campanha de Jair Bolsonaro à Presidência da República. É diferente do cenário de 2016, auge da crise brasileira, em que havia a incerteza motivada pelo Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e do início da “Era Temer”.
Já no campo da economia, reflexo, em parte, do ambiente político, os tempos de incerteza afetaram o equilíbrio da lei da oferta e da procura de imóveis, já que o mercado parou de fazer novos lançamentos, fator que contrasta com o cenário de otimismo e com as curvas dos gráficos de crescimento, praticamente todas, apontando para cima. O resultado é uma diminuição dos estoques, situação que chegou ao seu limite, já que a tendência do mercado, doravante, é a de comprar.
Segundo ele, o segmento da construção de casas populares, especialmente por intermédio do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo federal, não foi afetado durante os anos de crise. O baque foi sentido com mais intensidade nos imóveis de alto padrão. No entanto, segundo o especialista, há uma movimentação em curso de retomada da compra de imóveis de faixas sociais mais específicas.
“De fato, são indicadores da recuperação da atividade produtiva, puxados pela alta do PIB e também pela relevância de novos investimentos estrangeiros. O primeiro setor beneficiado, pela característica de alta volatilidade, é a indústria imobiliária, que puxará, por consequência, toda a cadeia produtiva do setor”, destacou Kahtalian.
Fonte: www.opresente.com.br
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