quinta-feira, 11 de abril de 2019

Número de empregos na construção civil sobe 1,35% durante primeiro bimestre

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O número de empregos na construção civil brasileira subiu 1,35% nos primeiros dois meses do ano, de acordo com dados divulgados pela SindusCon-SP, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Foram 30,6 mil postos de trabalho abertos no período.
“Embora positivo para este início do ano, o aumento do emprego no bimestre ainda não recuperou as 85 mil vagas encerradas no setor no último bimestre do ano passado”, afirma Odair Senra, presidente da SindusCon-SP. “A retomada de atividade segue lenta, em compasso com o baixo ritmo de crescimento econômico”.
Segmentos
No primeiro bimestre, a maioria dos segmentos da construção brasileira caiu. Infraestrutura, Obras de acabamento e Incorporação de Imóveis foram o destaque do período, registrando quedas de 1,94%, 1,77% e 1,66%, respectivamente.
As maiores altas ficaram para os segmentos Serviços de Engenharia e Arquitetura, com 7,72%, e Obras de instalação, com 6,59%.

Regiões

Centro-Oeste e Nordeste apresentaram variações negativas no primeiro bimestre de 2019, tendo os postos de trabalho retraído 1,20% na primeira região e 1,85% na segunda.
Dentre as regiões com crescimento de emprego no setor, o destaque fica para o Sudeste, com alta de 2,62%.
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Estado de São Paulo

A criação de postos de trabalho na construção paulista durante os primeiros dois meses do ano registrou crescimento de 1,50%. No município de São Paulo,o crescimento foi de 0,63%.
Comparado ao primeiro bimestre de 2018, Obras de acabamento, Infraestrutura e Imobiliário foram os segmentos que mais caíram no período. Por outro lado, Obras de instalação, com alta de 7,83%, e Engenharia e Arquitetura, com 3,29%, apresentaram as maiores altas.
Houve aumento do número de empregos em todas as regiões do estado, tendo Presidente Prudente apresentado a maior variação no bimestre – 6,45%.
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Fonte: moneytimes.com.br
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terça-feira, 9 de abril de 2019

Vagas na construção civil aumentam 87,7% no primeiro bimestre em Minas



Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia/Secretaria do Trabalho apontam que foram geradas 16.310 novas vagas de trabalho na construção civil com carteira assinada em Minas Gerais, em 2018. No primeiro bimestre de 2019, já foram criadas 7.800 novas vagas, o que corresponde a praticamente metade dos postos de trabalho gerados em todo o ano de 2018. Na comparação entre o primeiro bimestre de 2018 com o de 2019, o incremento no número de vagas de empregos formais na construção civil mineira foi superior a 87,7%. As informações são da Agência Minas.
No ano passado, nos dois primeiros meses do ano, o saldo entre admissões versus demissões no setor foi de 4.154 novas vagas. Agora em janeiro e fevereiro deste ano, o resultado foi quase o dobro, com os 7.800 novos postos de trabalho gerados.  
Retomada
Depois de quatro anos de estagnação, o setor começa a dar sinais de retomada da atividade econômica no estado. “Ainda não podemos soltar foguetes, mas o saldo é positivo”, diz o economista e coordenador do Sindicato das Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon- MG), Daniel Furletti. Neste segmento, em nível estadual, somente São Paulo apresentou dados melhores do que os de Minas Gerais, com 83 vagas a mais. O Rio de Janeiro aparece na terceira posição, com 4.720 menos vagas formais criadas. 
Carteira assinada 
Enquanto em dezembro de 2018, o número de trabalhadores com carteira assinada na construção civil mineira era de 246.427, em fevereiro deste ano esse número saltou para 254.227. O economista Furletti afirma que o fato de o setor não estar demitindo e criando novos empregos mostra que, embora ainda tímida, a economia mineira está em ritmo de retomada. 
“Ainda é preciso que as grandes obras de infraestrutura se iniciem para que o efeito ‘pedra no lago’ volte”, disse o economista. Ele explica: “Quando há essas obras de maior porte em andamento, é como jogar uma pedra num lago. Se formam ondas maiores perto do centro e ondas menores que chegam até à margem. O setor da construção civil possui uma cadeia produtiva extensa e que envolve inúmeros setores”, observa.  
Para o economista, a atividade movimenta a indústria do cimento, do alumínio, vidro, asfalto e cria novas vagas também nelas. “Isso chega até à pequena padaria no bairro, onde o pedreiro passa ao fim do dia e compra o pão. É emprego gerando emprego na própria construção, além dos setores fornecedores de insumo e na economia em geral”, finaliza Daniel Furletti.
Fonte: www.defatoonline.com.br
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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Cursos gratuitos de construção civil

Participantes poderão se inscrever em cursos

O Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio), em parceria com o Senai e com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), abriu 60 vagas neste mês para quatro cursos gratuitos destinados a profissionais da construção civil, trabalhadores desempregados ou mesmo quem esteja em atividade e queira se aperfeiçoar no segmento de atuação. Entre as qualificações oferecidas, há oportunidade para qualificação de Pintor de Obras e Pedreiro de Alvenaria de Vedação. As aulas começam no dia 15 deste mês. Candidatos devem tentar uma vaga o quanto antes, pois as turmas estão sujeitas à lotação.
No dia 15, o Seconci-Rio inicia as aulas para turma de 'Técnicas de Impermeabilização Cimentícia', com período de 40h e no turno da noite. Já no dia 29 é a vez dos cursos de Pedreiro de Alvenaria de Vedação (160h), Leitura e Interpretação de Projetos de Construção Civil (60h) e Pintor de Obras (160h). Os turnos das aulas serão no período da tarde nas duas primeiras formações. Já no último, o curso acontece à noite. 
Para se candidatar em um dos cursos, é exigida a escolaridade compatível com a mesma comprovada em documento (a partir do quinto ano do Ensino Fundamental), comprovante de residência, CPF e identidade. Ao término das aulas, o aluno receberá um certificado. Para se inscrever, o interessado deve fazer o cadastro no site do Seconci https://seconci-rio.com.br ou através do telefone (21) 2101-2565.
Fonte: odia.ig.com.br
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domingo, 7 de abril de 2019

Promessa de emprego na construção civil



O ministro Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura, calcula que as concessões que a pasta se comprometeu a realizar signifiquem R$ 7 bilhões de investimentos em estradas, ferrovias e portos, diz a Crusoé.

Os investimentos, segundo o ministro, pode mobilizar a roda de geração de emprego para a população.

Fonte: www.oantagonista.com

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sábado, 6 de abril de 2019

Construção civil pede ajustes em leis do setor

O setor de construção civil está empenhado em promover ajustes na legislação, tanto no âmbito federal quanto municipal, para garantir uma retomada mais consistente do segmento. Na pauta estão pontos como a calibragem da lei do zoneamento de São Paulo, a definição de critérios para paralisação de obras e ajustes na Lei de Licitações, além de ações para reduzir a insegurança jurídica.
“É preciso ajustes na lei do zoneamento em São Paulo para que os empreendedores voltem a lançar novos produtos”, diz Ely Wertheim, diretor do Secovi-SP (o sindicato da habitação). Segundo ele, grande parte dos empreendimentos lançados e vendidos em 2018 foi aprovada dentro das regras da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo anterior a 2014.
Construção
Outro ponto que o setor quer rever é a altura máxima de oito andares. Foto: Werther Santana/Estadão
Wertheim destaca que desde 22 de março novos apartamentos construídos nos eixos servidos por transporte público na capital paulista deverão ter mais de 120 m² para contar com mais de uma vaga na garagem, conforme previsto na Lei do Zoneamento aprovada em 2016. “A lei do zoneamento interfere diretamente no mercado de construção ao legislar sobre o tipo de produto oferecido. Não é o que o consumidor deseja.”
Outro ponto que o setor quer rever é a altura máxima de oito andares para empreendimentos nos miolos de bairro. Segundo Wertheim, a medida vai contra a ideia de promover o adensamento na cidade. “A lei do zoneamento deveria apenas legislar sobre padrões urbanísticos. As pessoas desejam morar perto do trabalho, e não nas periferias sem serviço público.”
A questão do adensamento divide opiniões. Por um lado, há os que acreditam que o Plano Diretor tinha conceito irrealista. De outro, os que avaliam que as regras que entram em vigor agora estimulam a aproximação da moradia, do trabalho e da infraestrutura urbana, principalmente dos moradores de baixa renda. “Há uma guerra sobre o zoneamento e o poder público deveria assumir o papel de gestor, com capacitação de técnicos capazes de fazer a interface entre os interesses distintos, mas legítimos”, opina a advogada especialista em Direito público, urbanístico e ambiental e conselheira federal da OAB-SP, Daniela Campos Libório.
Além de alterações em relação às regras municipais, o setor se aproxima de parlamentares para discutir outras questões. No mês passado, em reunião com uma centena de deputados e senadores discutiu-se um maior protagonismo da Frente Parlamentar da Habitação, e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou o estudo “Agenda Estratégica 2019/2022 – Um novo Brasil com a Indústria da Construção”.
Além de questões como as reformas da Previdência e Tributária, discutiu-se a insegurança jurídica no setor. “Não podemos permitir, por exemplo, que uma obra que siga toda a legislação seja interrompida por ordem judicial somente pela reclamação de alguns moradores”, diz Wertheim.

Discussão


A insegurança jurídica e a discussão sobre as leis de zoneamento serão temas debatidos no Summit Imobiliário, que ocorre no dia 16 de abril em São Paulo. Os assuntos serão abordados, entre outros, por George Farath, procurador do Estado de São Paulo, Leonardo Mundim, diretor da agência de desenvolvimento do Distrito Federal, Flavio Amary, secretário estadual da Habitação, e Fernando Chucre, secretário municipal de Desenvolvimento Urbano.
Fonte: economia.estadao.com.br
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sexta-feira, 5 de abril de 2019

Com menos burocracia, mais de 60 obras têm liberação para começar no DF

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Com o lançamento do programa do Governo do Distrito Federal para facilitar o licenciamento de obras da construção civil, apenas em março  61 novos empreendimentos foram autorizados na capital. Os projetos representam 339,5 mil metros quadrados, o equivalente a 47 campos de futebol, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

O destaque são 22 empreendimentos de grande porte. Eles representam 301,9 mil m² e resultarão em 2,3 mil unidades habitacionais e 155 salas comerciais. Em fevereiro, o GDF deu partida ao SOS Destrava DF, com a promessa de desburocratizar o licenciamento de obras. “Trata-se de um pacote de medidas que visam destravar uma série de aspectos relacionados à secretaria, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento econômico do DF”, explicou o titular da Seduh, Mateus Oliveira.

No lançamento do programa, em 15 de fevereiro, o governo apresentou cinco ações para enfrentar entraves que, segundo a secretaria, impediam o desenvolvimento urbano e territorial. A primeira delas será a reestruturação da Seduh, com a criação da Subsecretaria de Novos Parcelamentos – formação de novos bairros – e Regularização Fundiária.

Além disso, foram criados postos avançados da Central de Aprovação de Projetos (CAP) em 10 macrorregiões, para centralizar todas as análises e liberação de projetos de residências. Neles, a população entrega documentos e tira dúvidas. Os postos ficam em Águas Claras, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Lago Norte, Lago Sul, Park Way, Samambaia, Sobradinho e Taguatinga. “Temos recebido um retorno positivo da construção civil e de profissionais da arquitetura. A geração de emprego é imediata”, comentou Mateus Oliveira.

Ele destaca ainda que o governo tem trabalhado para a aprovação e simplificação de projetos para residências. “A liberação dos documentos, que durava entre um ano e meio e dois anos, e era feita pelas administrações regionais. Criamos um projeto de lei, que será encaminhado à Câmara Legislativa, que simplifica esse processo, possibilitando a aprovação em sete dias.”

Otimismo

Diretor-presidente da JC Gontijo Engenharia, Carlos Gurgulino aprova o projeto. Para ele, o GDF tem “uma longa e triste história de irregularidades”. “Essa medida vai fazer com que o processo seja mais rápido. Com isso, as pessoas não vão ficar tentadas a fazer as coisas fora da lei. Não são só as empresas que ganham com isso, mas sim a população como um todo, com a geração de negócios, de empregos, compra de material”, observa.

Gurgulino acredita que o processo mais acelerado vai diminuir o custo para as empresas. “Tempo é dinheiro. Quanto menos tempo levarmos para a aprovação dos documentos, menos gastaremos. A construção civil é um dos maiores geradores de emprego no DF, fica atrás apenas do serviço público. Essa ação será muito bem-vinda”, afirma.

Para Alexandre Simão, diretor da Beiramar Imóveis, ao diminuir a burocracia, o setor imobiliário também ganha velocidade na aprovação de projetos e, consequentemente, na construção de empreendimentos. “Os primeiros impactos já foram sentidos diretamente pelos especialistas do setor e, em seguida, a sociedade deve ser impactada.”

Fonte: www.correiobraziliense.com.br

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Construção Civil com diversas vagas para Caldeireiro Soldador e Mecânico



Grande atuante no mercado de soluções industriais, a Vordex Construções e Montagens está com 14 novas vagas para o setor operacional em sua sede na cidade de Conselheiro Lafaiete, interior de Minas Gerais. De acordo com a empresa, as oportunidades são para Mecânico, Auxiliar Mecânico, Soldador e Caldeireiro.
O profissional que se enquadrar em um dos perfis buscados abaixo, deverá enviar um currículo atualizado para o e-mail rh@vordexengenharia.com.br, especificando a vaga na qual deseja concorrer, ex.: “Vaga – Soldador“.
Mecânico (4 vagas) – Possuir experiência mínima de cinco anos na função. O profissional irá atuar na montagem de equipamentos e instalações, componentes hidráulicos, pneumáticos, através de reparos ou substituição de peças, fazendo ajustes, regulagem e lubrificação.
Auxiliar Mecânico  (2 vagas) – Possuir experiência mínima de um ano na função. O profissional irá prestar auxílio durante a montagem e desmontagem de tubulações. Auxilio na montagem de tubulações em geral. Auxiliar na execução de montagem industrial, tubulação, chaparia. Dentre outras atividades do dia a dia da produção.
Caldeireiro (4 vagas) – Possuir experiência mínima de cinco anos na função. O profissional deve ter vivência comprovada em atividades de corte, polimento, ajuste, fabricação, montagem e reforma de componentes.
Soldador (4 vagas) – Possuir experiência mínima de três anos na função.  O profissional realizará a união e corte de peças de ligas metálicas através dos processos de soldagem e corte tais como eletrodo revestido, tig, mig. Também será responsável por preparar equipamentos, acessórios, consumíveis de soldagem e corte e peças a serem soldadas.
Fonte: clickpetroleo.com.br
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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Para vencer a crise, construção civil está deixando o conservadorismo



Diego Mendes e Leandro Mascarenhas, da Construcode: com novidade para obras, eles conquistaram 3,5 milhões de reais em valor de mercado | (Pedro Silveira //VOCÊ S/A)

Em meio aos escândalos de corrupção, às investigações da Operação Lava-Jato e a severa recessão econômica, algo de novo aconteceu na construção civil, setor responsável por 6% do PIB nacional.

Enquanto os canteiros de obras minguavam país afora, profissionais que conheciam de perto os gargalos do ramo — muitos deles demitidos pela redução da ­atividade — passaram a empreender. Até então fechado e obsoleto, o ­mercado foi ganhando impulso criativo e, aos poucos, retomou o fôlego.

Após cinco anos de retração, que levaram o segmento a encolher 20,5% de 2014 a 2018, a expectativa é que, enfim, haja crescimento em 2019. O número ainda é tímido, de 1,3%, mas representa um alento.

Segundo Amure Pinho, presidente da ABStartups, embora não sejam as principais responsáveis pela retomada, as construtechs (startups do setor de construção civil) ajudaram a empurrar a curva para cima.


“A natureza desses negócios é solucionar problemas para ganhar escala. Quando eles prosperam, toda a cadeia pode ser impactada positivamente”, diz ele, que estima neste ano um aumento de 25% no volume de empresas novatas com perfil inovador.

Só em 2017, um levantamento da Construtech Venture, fundo que investe em startups da área, mapeou 562 negócios desse tipo — 116% mais do que em 2016. O potencial do segmento é enorme. O ecossistema global, por exemplo, possui 6 000 construtechs. Em 2018, mais de 7,3 bilhões de dólares foram investidos nelas em todo o mundo.

“No Brasil, há quem empreende por necessidade, mas muitos enxergam que o momento é favorável”, avalia Bruno Loreto, CEO da Construtech Venture. Nos últimos quatro anos, em vez das construtoras gigantonas, foram as startups que movimentaram o mercado.

Fonte: exame.abril.com.br

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terça-feira, 2 de abril de 2019

A retomada do setor de construção civil

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O setor de construção civil sofreu muito com a crise dos últimos anos. Mas, felizmente, desde o final de 2018, nota-se uma retomada na confiança, o que já representa um crescimento nas vendas de imóveis. As perspectivas voltaram a ser otimistas.
Com o PIB previsto para avançar 2,5% em 2019, o setor de construção estima crescer até 2%, como apontam dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Sindicato da Indústria de Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Muito disso se deve à esperança da população no novo governo e à expectativa de estabilidade política e econômica.
Contudo, assim como vários mercados, o setor imobiliário também passa por transformações importantes. A busca pelo acesso em vez da posse tem feito com que algumas construtoras passassem a construir condomínios não com a intenção de vender os apartamentos, mas sim de alugá-los. Uma grande mudança de paradigma para o modelo de negócio.
Outra vertente de mudança é a de imóveis cada vez menores. Com menos filhos, a necessidade de espaço diminui, fazendo com que a localização se torne muito mais importante do que o espaço. Nesse sentido, imóveis modulares, onde um quarto se transforma em sala em questão de segundos, registram franca expansão.
Mais conscientes, as famílias não abrem mão de imóveis mais sustentáveis. Condomínios com sistemas de reuso de água, irrigação inteligente das áreas verdes e painéis solares para produção de energia limpa são cada vez mais procurados.
Construções com fachadas verdes e amplos jardins que proporcionem momentos de relaxamento e bem estar estão no topo das prioridades de quem busca um imóvel com apelo ambiental. Além de mais conforto térmico, redução da poluição sonora, visual e do ar, moradores de várias cidades do país já começam a se beneficiar de iniciativas como o IPTU Verde, que faz uma redução gradativa no imposto de acordo o nível de sustentabilidade do imóvel.
Além de economia nas contas de energia, água e IPTU, outra grande vantagem desses investimentos sustentáveis é a valorização do imóvel. Pesquisas mostram que casas e apartamentos com práticas mais sustentáveis chegam a valer até 30% mais.
Construtoras que se atentarem a todas essas tendências certamente verão uma rápida recuperação em seus mercados. Entender as demandas, necessidades e preferências dos clientes será sempre o melhor antídoto contra qualquer crise.

Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec
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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Araraquara oferece mais de 150 vagas no setor da construção civil



O setor da construção civil mais uma vez é destaque nas disponibilidades de vagas em Araraquara. No Posto de Atendimento ao Trabalhar (PAT) mais de 150 oportunidades estão disponíveis para este setor.  

Confira todas as vagas: 
Armador (2) 
Armador de ferros (35) 
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Auxiliar de padeiro (1) 
Auxiliar de pizzaiolo (3) 
Carpinteiro (54) 
Cozinheiro (1) 
Padeiro (1) 
Pedreiro (30) 
Pintor de automóveis (1) 
Servente de obras (1) 
Servente de obras (25( 
Vendedor de peças automotivas (1) 
Vitrinista (3) 
Os interessados podem enviar currículo ao PAT que fica na Avenida Ivo Antônio Magnani, 200, na Fonte. O horário de atendimento é das 07h15 às 12h45.  

Vagas no PAT de Matão  

Técnico em eletrônica (2) 
Mecânico de automóveis (1) 
Soldador (15) 
Mecânico manutenção industrial (15) 
Vendedor externo (1) 
Costureira (1) 
Operador de caldeira (1) 
Mecânico de automóveis (3) 
Assistente de RH (1) 
Assistente de frota (1) 
Secretária (1) 
Vendedor interno (1) 
O PAT de Matão fica na Avenida 28 de Agosto, 641, no Centro.

Fonte: www.acidadeon.com

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