sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Vagas de emprego no setor de construção civil foram anunciadas para projetos e obras na Bahia

CVagas de emprego no setor de construção civil foram anunciadas para projetos e obras na Bahia

O RH de empresa do ramo de construção civil divulgou vagas de emprego para obras na Bahia, confira a seguir os cargos e envie já seu CV

Muitos projetos de construção civil aprovados em 2020 resultarão em um crescimento alarmante de vagas de emprego no setor. Nesse contexto, o RH e Cia anunciou que está recebendo currículos para oportunidades em novos projetos de obras no estado da Bahia para um de seus clientes. Veja também cadastro de currículos para vagas no mercado civil em empresa de gerenciamento de obras.
Confira agora as vagas disponíveis e os requisitos pertinentes aos cargos. Lembrando que as oportunidades são para obras na BA.
Assistente Administrativo de Obras
Superior Completo ou cursando em Administração.
Necessário experiência com contas a pagar e excel intermediário.
Ter conhecimento com sistema integrado será um diferencial.
Necessário residir em Trancoso ou Porto Seguro, na Bahia.
Analista de Suprimentos Jr
Superior Completo em Engenharia, Administração ou Logística.
Necessário experiência no segmento de construção civil/ obras.
Imprescindível experiencia com compras e rotinas administrativas na área de suprimentos.
Se morador de Trancoso ou Porto Seguro, na Bahia.
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Inscrição

Interessados nas vagas no setor de construção civil, devem enviar seus currículos para o e-mail [email protected] até o dia 20/01/2020 e se cadastrar no site www.rhecia.com.br
A empresa também manda informar pretensão salarial no e-mail. Desejamos boa sorte aos concorrentes!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Construção Civil pode gerar 150 mil empregos em 2020




Neste episódio da série Onde está o emprego?, confira as oportunidades disponíveis na área da construção civil. Cada torre que surge na cidade significa centenas de novos empregos, desde quem coloca a mão na massa até nos escritórios. A expectativa é que 150 mil empregos sejam criados neste ano. 


Neste episódio da série Onde está o emprego?, confira as oportunidades disponíveis na área da construção civil. Cada torre que surge na cidade significa centenas de novos empregos, desde quem coloca a mão na massa até nos escritórios. A expectativa é que 150 mil empregos sejam criados neste ano. 


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Construção civil supera pior crise da história e volta a contratar após 5 anos



O setor da construção civil foi o que mais sofreu com a crise econômica, mas está começando a dar sinais de recuperação.
De acordo com reportagem publicada pelo site da BBC Brasil, depois de cinco anos de demissões líquidas – quando há mais dispensas do que contratações -, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) teve o primeiro saldo positivo.
Segundo Ana Maria Castelo, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas, a criação de 5,2 mil novos postos foi um “movimento de despiora”, mesmo que discreto.
“A construção civil ainda está distante de um novo ‘boom'”, admitiu.
A reportagem revelou que, entre janeiro e novembro de 2019, foram abertas 117,2 mil vagas formais no setor da construção civil, ainda longe do número de mais de um milhão de empregos fechados durante a crise.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) confirmou que, no primeiro semestre de 2019, as vendas de imóveis no País registraram alta de 12% em relação ao mesmo período de 2018, principalmente por conta na queda das taxas de juros.
“Tentando fugir da rentabilidade menor que uma Selic a 4,5% representa, investidores voltaram a apostar no setor”, finalizou Ana Castelo.

sábado, 11 de janeiro de 2020

Construção civil inicia retomada


Construção civil inicia retomada | Loetz0:56
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Loetz
Por Loetz
10/01/2020 - 07h25 - Atualizada em: 10/01/2020 - 07h21

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O vice-presidente da Confederação Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), empresário joinvilense Marco Antonio Corsini, está entusiasmado com as perspectivas do setor da construção civil para este ano.
De 2014 até o primeiro trimestre de 2019 a construção civil teve recuo nos negócios da ordem de significativos 27%. A partir do segundo trimestre do ano passado houve ensaio de recuperação. Agora, em 2020, já se observa, mais vendas e lançamentos de empreendimentos imobiliários, principalmente em grandes centros, como São Paulo, por exemplo.
Joinville também deve integrar o conjunto de municípios onde haverá expansão de negócios, afirma o líder empresarial. O período mais difícil para concessão de licenças ambientais parece superada. A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SAMA) já trabalha em outro ritmo, com prazos mais adequados diz Corsini. No contexto nacional, a CBIC aposta em crescimento de 3% sobre o desempenho do ano passado.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Construção civil pode gerar até 200 mil empregos diretos em 2020

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins, falou sobre o setor imobiliário no Linha Aberta. Ele exaltou que 2019 foi um grande ano para a construção civil, que encolheu 27% entre 2014 e o primeiro trimestre do ano passado. Ele espera que a demanda reprimida gere novos postos de trabalho em 2020.

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Construção Civil

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Construção civil tem capacidade de gerar 150 mil empregos formais em 2020, calcula CBIC

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A construção civil é um dos setores que podem ser beneficiados em 2020 com a geração de postos de trabalho. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a estimativa é que 150 mil novos empregos formais neste ano.


O otimismo é reflexo do prognóstico de crescimento: 3% até dezembro. “Esse número de vagas pode até crescer mais, caso o mercado imobiliário continue surpreendendo com os lançamentos”, destaca o José Carlos Martins, presidente da CBIC.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Construção civil deve crescer 3% e gerar 150 mil empregos em 2020

Edificações residenciais deverão ganhar novo impulso em 2020

O setor de construção civil abre o ano de 2020 com perspectivas de crescimento, segundo as principais entidades do segmento. Para a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), o setor deve crescer 3% neste ano. Segundo o presidente José Carlos Martins, isso representa um potencial para criação de 150 mil a 200 mil postos de trabalho formais até dezembro.
Caso a estimativa se confirme, será superada a marca de 2019, que deve ficar próxima dos 100 mil postos de trabalho, com avanço de 2% - os números relativos ao ano passado ainda não foram fechados.
Para as entidades, o setor aproveita um melhor momento da economia e consegue apresentar melhora após anos de desempenho ruim.
O Sinduscon (Sindicato da Construção de São Paulo) também estima um crescimento de 3% em 2020. A expectativa era que o PIB (Produto Interno Bruto) da construção brasileira fechasse 2019 com um crescimento de 2% na comparação com 2018, interrompendo uma série de 5 anos de quedas.
O presidente da entidade, Odair Senra, afirma que “a percepção é de que a crise do setor ficou para trás”.
Para 2020, a projeção indica que o segmento de autoconstrução e reformas seguirá liderando a recuperação. O setor de edificações residenciais aumentará o ritmo de crescimento, impulsionando o segmento de serviços especializados, enquanto as obras de infraestrutura devem seguir mantendo um ritmo lento de recuperação.
Minha Casa Minha Vida
Um ponto de interrogação do setor é o programa Minha Casa Minha Vida, que deve sofrer alterações e ganhar até um novo nome em 2020. As entidades afirmam que têm preocupação em relação ao programa, considerado um dos pilares do segumento no país.
No caso das grandes obras de infraestrutura, a previsão ainda é de um crescimento modesto. A expectativa é que diversas licitações aconteçam neste ano, mas que as obras só comecem em 2021.

domingo, 5 de janeiro de 2020

Construção entra em recuperação e você também pode ganhar dinheiro com isso

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construção civil começou a sair do buraco em 2019 e projeta crescimento em 2020, após anos de recessão. O setor deve fechar este ano com expansão de 2% e acelerar o passo para 3% no ano que vem, segundo o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). Isso traz oportunidades para o investidor.
Empresas precisam de dinheiro para construir, e uma das formas de conseguir recursos é no mercado de capitais. Com o mercado imobiliário mais aquecido, analistas dizem que deve aumentar a oferta de aplicações relacionadas a imóveis, como os fundos imobiliários. Eles são uma alternativa aos tradicionais fundos de renda fixa, que aplicam apenas em títulos do governo, e tendem a render mais.
"As pessoas estão mais dispostas a correr risco, mas a sua parcela de investimentos mais conservadores tende a permanecer. Nesse ambiente, vemos os fundos imobiliários como alternativa para o aplicador que quer um pouco mais de retorno, mas não quer correr tanto risco quanto o da Bolsa de Valores, por exemplo", afirmou o sócio e chefe de produtos da Messem Investimentos, Gabriel Ribeiro.
Quando o investidor aplica em um Fundo de Investimento Imobiliário (FII), compra cotas desse fundo. Por sua vez, o fundo investe em bens ligados a imóveis de diferentes tipos. Essas carteiras hoje somam R$ 107 bilhões em aplicações.

Tipos de fundos imobiliários

Há três tipos de fundos imobiliários:
  • De tijolo: O fundo compra participação direta em imóveis, como conjuntos residenciais, shopping centers, prédios de escritórios ou redes de hospitais. O aluguel pago pelos locatários desses imóveis é que vai remunerar o fundo.
  • De papel: O fundo compra títulos de projetos imobiliários lançados por construtoras ou incorporadora, como LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Essas empresas pagam ao fundo um rendimento pelo título. Como garantia, os papéis estão vinculados a algum tipo de recebível (pagamento), como aluguéis.
  • Fundos de fundos: São fundos que compram cotas de outros fundos.

Vantagens em relação a comprar um imóvel

Se você comprar uma casa e um dia precisar do dinheiro investido nela, vai demorar um tempo razoável para conseguir vendê-la. No caso do fundo imobiliário, a liquidez é maior, ou seja, o resgate do dinheiro é mais rápido.
O risco também é mais diversificado no fundo imobiliário. Como o administrador do fundo costuma comprar títulos ou participações de diferentes negócios, os riscos são diluídos.
Outra vantagem do fundo é a tributária. Quem investe em imóveis e recebe renda de aluguel tem que pagar Imposto de Renda, que aumenta toda vez que o aluguel é reajustado. O fundo paga 20% de IR, mas apenas sobre a eventual valorização das cotas no momento da venda.

Ponto fraco: não tem cobertura do FGC

Os fundos cobram taxa de administração, que varia de acordo com o tipo de carteira. Fique atento a isso.
Outra desvantagem é que, como o fundo compra diversos tipos de ativos, é difícil para o investidor identificar aqueles que eventualmente estejam puxando o rendimento do fundo para baixo.
O diretor da Ourinvest Real Estate, Rossano Nonino, recomenda que o investidor pergunte ao gestor não só quais são os ativos imobiliários do fundo, mas também detalhes sobre cada um deles. "É importante observar com atenção o demonstrativo de resultados do fundo e avaliar quanto da renda do fundo vem de aluguéis recorrentes e quanto vem de renda garantida."
Como outros fundos, esse tipo de investimento não conta com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), afirmou Carlos Ferrari, sócio da NFA Advogados.

Como investir

Por uma corretora, do seu banco ou independente. Não existe lei sobre valor mínimo a ser aplicado, então isso depende de cada fundo. Em geral, a aplicação mínima varia de R$ 100 a R$ 1.000. Há duas formas de comprar cotas de fundos.
Uma delas é a oferta primária, que corresponde ao lançamento do fundo no mercado ou a uma nova emissão de um fundo já existente. Você faz uma reserva na corretora e alguns dias depois o dinheiro é convertido nas cotas que, depois, podem ser vendidas na Bolsa.
A vantagem é o maior potencial de valorização das cotas. A desvantagem é a falta de histórico sobre o fundo, o que aumenta o risco. É recomendável ler a documentação do fundo e conhecer o gestor.
A outra, mais comum, é comprar cotas diretamente na Bolsa. Há cerca de 250 fundos listados na B3. A forma de negociação das cotas é similar à de ações. Basta conhecer o código do fundo e lançar a ordem com a quantidade de cotas desejada na plataforma da corretora.

sábado, 4 de janeiro de 2020

Número de empregos na construção civil deve crescer em 2020 no Piauí




O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados no Piauí (Caged-PI) apontou que no Piauí o aumento no número de empregos na construção civil foi de 18% no ano passado, percentual bem maior que a média nacional que foi de 5%. 

Francisco Reinaldo Rebelo, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina (Sinduscon) em Teresina, disse que a expectativa é de crescimento no número de empregos na área também no primeiro semestre de 2020. 

"Temos vários fatores que podem estar contribuindo para isso como os juros que baixaram bastante para o comprador final do imóvel, obras que iniciaram no fim de 2019 e vão continuar agora", acredita Rebelo. 


sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Muitos projetos de construção civil aprovados em 2020 resultará em um crescimento alarmante de vagas de emprego no setor

muitas vagas de emprego construção civil 2020

Após recessão econômica brasileira, as perspectivas em 2020 para a construção civil são favoráveis e promete muitas vagas de emprego no setor. Atenção profissionais do setor, 7000 vagas de emprego – Consórcio Chinês ganha Construção da Ponte Salvador.
A boa notícia se deve ao número elevado de projetos aprovados, recursos disponíveis para incorporadores e para mutuários finais e disposição dos bancos de ampliar suas carteiras de crédito imobiliário.
Finalmente 2020 será o ano em que o setor irá ressurgir das cinzas e recompensar os profissionais que estiverem prontos. Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), afirmou que a construção civil é “uma das alavancas do crescimento”.
A Sondagem da Construção de dezembro da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) registra a maior pontuação desde junho de 2014, o que corrobora as projeções de que em 2019 o setor terá encerrado um ciclo de cinco anos de retração.
O mercado de construção civil subiu 2 por cento já no segundo trimestre deste ano, em comparação com 2018, encerrando a série de quedas que assombram os profissionais da indústria desde 2014, informou o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP)
A esses fatores se acresce o fato de que a construção civil foi o setor que mais criou empregos formais em 2019, com alta de 5,93% em relação a dezembro de 2018, equivalente a 117,2 mil vagas com carteira assinada.
De acordo com o IBGE, o número de pessoas empregadas no setor avançou pelo fato do setor de construção civil ter sido impulsionado pela alta de 10,7 por cento no crédito para financiamento habitacional.
Além disso, segundo dados da Revista Exame, com o reaquecimento do setor imobiliário, as vendas de máquinas de construção encerrou 2019 com alta de 37 por cento
E não para por aí, para complementar, o Índice de Confiança da Construção (ICST) calculado pela FGV/IBRE chegou a 84,7 em novembro, sendo este o maior nível atingido pelo índice desde janeiro de 2015.
Com um cenário que promete voltar a ser tão favorável, os profissionais que atuam na área de construção civil só precisam se certificar de uma única coisa: que estão devidamente qualificados e por dentro das novas tecnologias e exigências do setor.