quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Construção Civil: FGV aponta maior nível de confiança do empresário desde janeiro de 2015

Índice mostra o nível de otimismo no setor e teve a terceira alta consecutiva

O otimismo do empresário da construção civil está de volta neste fim de novembro, é eu aponta um levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança da Construção (ICST) cresceu 2,9 pontos de outubro para novembro, na terceira alta consecutiva. 

De acordo com o índice, é o maior nível desde janeiro de 2015 (85,4 pontos), pois agora são 84,7 pontos em uma escala de 0 a 200 pontos. O Índice de Expectativas subiu 4,8 pontos e atingiu 95,8 pontos, voltando ao nível de janeiro deste ano.

O otimismo dos empresários do setor também está alto no momento presente, de acordo com o que foi medido pelo Índice de Situação Atual, também avançou (1,1 ponto) e chegou a 74,1 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor caiu 1,3 ponto percentual, para 64,7%.
Ana Maria Castelo, pesquisadora da FGV, destaque que nos três últimos meses, as expectativas de recuperação da demanda e de melhoria dos negócios no curto prazo aumentaram a confiança dos empresários do setor. Apesar de mostrar uma retomada muito lenta, já repercute sobre o emprego do segmento.
Fonte: www.agoravale.com.br
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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Construção civil contrata mais do que demite

Resultado de imagem para construção civil itajai
De janeiro a outubro deste ano, o setor de construção civil de Itajaí e Navegantes conseguiu se manter aquecido. O saldo positivo de Itajaí foi de 226 postos de trabalho, colocando a cidade entre as 10 com maior saldo positivo em SC.

Os dados são do Observatório da Indústria Catarinense/FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), e se refere apenas a empregos com carteira assinada.
As construtoras itajaienses fizeram 2381 contratações nos últimos 10 meses e demitiram 2155 pessoas. As empresas de Navegantes contrataram 532 pessoas e demitiram 399, um saldo positivo de 133 vagas.
Outras cidades
Quem não se saiu bem foram Penha e Balneário Piçarras. Penha teve saldo negativo de 18 vagas e o município vizinho, 16. Segundo o presidente do sindicato da Indústria da Construção Civil dos Municípios da Foz do Rio Itajaí (Sinduscon), Bruno de Andrade Pereira, o mau desempenho é culpa da crise econômica.
“Alguns municípios já conseguiram sair da recessão, outros não, mas para o ano que vem esperamos uma retomada de investimentos em toda a região”, acredita. Para Bruno, a queda dos juros, prometido pelo novo governo, vai melhorar o poder aquisitivo da população e as pessoas terão mais condições de comprar um imóvel.
Novo plano diretor
Bruno contou que os empreendimentos residenciais foram o que mais empregaram em Itajaí e Navegantes e acredita que a revisão do plano diretor de Itajaí flexibilize as regras de construção para o ano que vem, sobretudo na praia Brava.
“Já saiu uma decisão favorável na questão de construir no subsolo, agora esperamos mudanças em relação a APA para sentirmos uma segurança jurídica maior para investir. A cidade precisa saber para onde quer crescer”, opinou.
Fonte: diarinho.com.br
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Faculdade de arquitetura em SP terá ensino médio voltado para construção civil e design


Escola de Humanidades João Filgueiras Lima - Fábrica. O nome talvez não sugira de cara do que se trata — Fábrica? Mas de humanidades? Quem será esse João Filgueiras Lima?

O que o nome designa é um curso particular de ensino médio técnico, voltado para a qualificação em construção civil — mas com base em disciplinas de humanas.

Trata-se de uma iniciativa-filhote da Escola da Cidade, faculdade de arquitetura e urbanismo privada, sem fins lucrativos, que funciona no centro de São Paulo desde 2001.​
Escola da Cidade, que oferece uma graduação em arquitetura, terá também um curso técnico de ensino médio em 2020. - Foto: Karime Xavier/Folhapress

Para entender a ideia da escola técnica, cujas atividades devem ter início em 2020, é preciso conhecer a figura que seu nome homenageia.

Carioca, João Filgueiras Lima, o Lelé, iniciou a carreira em Brasília, fez projetos de escolas em Goiás e no Rio de Janeiro, hospitais em todo o país e várias obras públicas para a Prefeitura de Salvador —onde viveu mais de 30 anos e onde morreu em 2014, aos 82.

Seus projetos aliavam visão humanista e precisão técnica, ancorada na produção em série de elementos construtivos pré-moldados, feitos nas unidades que montava em cada local — as fábricas.

O arquiteto notabilizou-se principalmente por dois projetos de grande alcance social.

Nos anos 1980, a convite de Darcy Ribeiro, secretário de Educação da gestão de Leonel Brizola no estado do Rio, trabalhou com Oscar Niemeyer no desenvolvimento dos Cieps (Centros Integrados de Educação Pública).












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Na mesma época, começou a projetar os hospitais da rede Sarah Kubitschek, nos quais o espaço construído, privilegiando ventilação e iluminação natural, mostrou contribuir para o tratamento dos pacientes em reabilitação do aparelho locomotor.

É essa mistura de humanidade e apego à tecnologia que a escola pretende fomentar nos alunos antes de eles chegarem ao terceiro grau.

O diretor da faculdade e idealizador do curso, Ciro Pirondi, diz ter percebido, após 30 anos lecionando no ensino superior, que o gargalo da educação está na etapa anterior. “A base é de uma fragilidade sem fim, sobretudo no que diz respeito às humanidades”, diz o arquiteto e educador, que anseia estender sua utopia humanista a diferentes classes sociais por meio de um programa de bolsas de estudo.

A Fábrica oferecerá diferentes níveis de certificação, com o aluno podendo cursar o ensino médio em três anos; o integrado ao técnico em quatro; ou uma formação técnica subsequente ao médio cursado em outra escola, de dois anos.

Em qualquer caso, o fundamento estará numa plataforma batizada com a sigla Falem: filosofia, artes, literatura, ecologia e música. De cada área, derivariam outras, cobrindo uma gama variada de campos do conhecimento — desde as disciplinas básicas, como matemática e física, até outras, fora do currículo usual, como cinema, astronomia e sociologia.

O projeto do curso foi validado pelo Centro Paula Souza, uma das instâncias habilitadas no estado de São Paulo a emitirem pareceres sobre cursos de formação técnica. Isso há já alguns anos.

A concepção data de um momento prévio ao agravamento da crise no país — a previsão inicial era que a primeira turma ingressasse em 2014.

O documento que apresenta o plano de curso mencionava as oportunidades oferecidas aos futuros formandos em um país com a construção civil aquecida e que seria sede de grandes eventos, como a Olimpíada de 2016.

Alguns percalços atrasaram a implantação do curso. O primeiro se deveu a um imprevisto irônico, em se tratando de uma iniciativa de arquitetos.

Como as aulas da Escola da Cidade começam somente às 14h, a Fábrica deve ocupar, no turno matutino, a sede da faculdade, que funciona em dois edifícios originalmente residenciais, unidos por dentro, na rua General Jardim. Projetados por Oswaldo Bratke nos anos 1940, não tinham AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), o que impedia a regularização do curso junto à Diretoria Regional de Ensino.

Documento obtido, já em 2016, houve a possibilidade, frustrada, de receber o investimento de um grupo estrangeiro que permitiria equipar e custear a escola sem depender das mensalidades por vir. Hoje, a escola conta com dois potenciais sócios — um empresário e um investidor financeiro — e procura novos interessados em seu projeto.

Por fim, falta à Fábrica... A fábrica, o laboratório de protótipos onde os alunos poriam a mão na massa para aplicar os conhecimentos.

Os equipamentos, Pirondi espera adquirir por meio de edital de uma fundação que dá apoio a projetos sociais. Há ainda a questão do espaço. O terreno pretendido para abrigar a fábrica, um projeto de Paulo Mendes da Rocha, é o estacionamento vizinho à sede da faculdade.

O atual proprietário do lote é o pai de uma ex-aluna da Escola da Cidade, o que faz com que Ciro Pirondi tenha esperança em chegar a um acordo.

Apesar da falta desses elementos cruciais, Pirondi não se sente intimidado. As atividades na fábrica só entram na grade a partir do terceiro ano.

Ele lembra que, quando se associou a colegas da Universidade Braz Cubas para formar a Escola da Cidade, não tinham nem dinheiro, nem sede. “Temos um espaço, temos uma aprovação. Em 2020 começa de qualquer jeito.”

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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domingo, 25 de novembro de 2018

Campus Aracaju do IFS oferece vagas para curso de Desenho de Construção Civil

IFS Aracaju oferece vagas para o curso de Desenho de Construção Civil — Foto: IFS/Divulgação


Estão abertas até o dia 30 de novembro as inscrições para o Processo Seletivo do curso técnico de nível médio integrado na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja), ofertado pelo Campus Aracaju, com vistas ao ingresso no 1º semestre de 2019.

São 40 vagas para o turno da noite no curso técnico de Desenho de construção civil. As inscrições são na forma presencial, na recepção do prédio administrativo do IFS - Campus Aracaju, ou on-line pelo site.

Os documentos necessários para inscrição são: original e cópia do certificado ou histórico escolar de conclusão do ensino fundamental, ou ainda declaração emitida pela instituição de ensino, contendo as médias de Português e Matemática, dos últimos três anos que antecedem à conclusão do ensino fundamental, preencher a ficha de inscrição, CPF e RG original. Para o ingresso é preciso ter 18 anos completos na data da matrícula.

O resultado preliminar será divulgado no site no dia 14 de dezembro. O edital pode ser conferido através do link.

Fonte: g1.globo.com/se/sergipe

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sábado, 24 de novembro de 2018

Impulsionada pela construção civil, Ribeirão cria quase 800 vagas de emprego em outubro

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Foram criados 757 postos de trabalho com carteira assinada em Ribeirão Preto no mês de outubro, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgado na quarta-feira, 21. O número é bastante próximo do registrado no mesmo período, em 2017, mas apresenta melhora na construção civil.
No mês passado, o comércio foi o setor da economia que mais criou empregos. Ao todo, foram 284 novos postos de trabalho – número quase três vezes maior do que o registrado no mês de setembro, quando foram 98 vagas com carteira assinada criadas.
No entanto, o setor da construção civil é o que chama mais a atenção. Em outubro de 2018, ele abriu 246 empregos com carteira assinada em Ribeirão Preto, enquanto, no mesmo mês do ano passado, foram fechados 104 postos de trabalho.
Para o professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) Luciano Nakabashi, a ligeira melhora nas contratações é um reflexo dos lançamentos de novos empreendimentos que as incorporadoras têm feito em Ribeirão Preto desde o ano passado, na mão contrária do que houve entre 2015 e 2016, quando os novos empreendimentos rarearam.
“Claro que não está no mesmo nível de anos anteriores, mas os lançamentos do ano passado já começaram a impulsionar a construção, por exemplo. Demora um pouco, mas já está aparecendo no Caged”, explica o economista, que lembra que essa é uma aposta das construtoras com a expectativa da melhora da economia do país.
Nakabashi ainda lembra que a situação do mercado é favorável, com aumento de novos empregos e juros baixos, o que ajuda no financiamento destes imóveis. “Os preços dos imóveis começaram a parar de cair, o mercado de trabalho vem melhorando e os juros estão baixos, o que impacta no financiamento. São variáveis que têm feito o mercado ter um pouco mais de ânimo”, completa.
Serviços e indústria também criam empregos
Além do comércio e da construção civil, o setor de serviços (186 vagas) e a indústria (51 novos postos) também criaram vagas com carteira assinada. No ano de 2018, já são 6,1 mil novos postos de trabalho em Ribeirão Preto. Já no restante do Brasil, foram criados 57.733 postos formais de trabalho, número 24,6% inferior às 76.599 vagas abertas no mesmo mês do ano passado.
Fonte: www.revide.com.br

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Construção civil impulsiona saldo de emprego positivo em Uberlândia e Uberaba

Uberlândia e Uberaba apresentaram saldo positivo na geração de emprego em outubro impulsionados pela construção civil — Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Uberlândia e Uberaba, as maiores cidades do Triângulo Mineiro, apresentaram um saldo positivo na geração de emprego em outubro. Dados do Ministério do Trabalho divulgados nesta quarta-feira (21) mostram que a construção civil foi o setor que menos demitiu e mais contratou nessas cidades.

Confira abaixo detalhes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) na região.

Uberlândia

Uberlândia gerou 1.090 novos empregos com carteira assinada em outubro deste ano, segundo os números do Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho.

O levantamento mostra que foram 8.889 admissões e 7.799 desligamentos no município no mês passado. Os setores que conseguiram melhor saldo de emprego foram a construção civil e a agropecuária. Veja os demais resultados:


Saldo de empregos no mês de outubro em Uberlândia

Setor Contratações Demissões Saldo
Extrativa Mineral 1 2 -1
Indústria de Transformação 673 699 -26
Serviço Indust. de Util. Pública 39 66 -27
Construção Civil 871 672 199
Comércio 2.051 1.855 196
Serviços 4.318 4.205 113
Administração Pública 5 3 2
Agropecuária 931 297 634

Fonte: Ministério do Trabalho

Construção Civil mais contratou que demitiu em Uberaba e Uberlândia — Foto: Fundo Social/Divulgação

Uberaba

Já em Uberaba o saldo de empregos também foi positivo no mês passado. Conforme o Caged, a cidade gerou 303 novos postos de trabalho formais.

No município foram 3.046 admissões e 2.743 desligamentos. As vagas foram preenchidas principalmente nos setores da construção civil e indústria de transformação. Veja mais detalhes:

Saldo de empregos no mês de outubro em Uberaba

Setor Contratações Demissões Saldo
Extrativa Mineral 3 8 -5
Indústria de Transformação 535 408 127
Serviço Indust. de Util. Pública 4 4 0
Construção Civil 492 335 157
Comércio 909 810 99
Serviços 975 1.072 -97
Administração Pública 0 0 0
Agropecuária 128 106 22

Fonte: Ministério do Trabalho

Balanço Nacional

O Brasil gerou 57.733 empregos com carteira assinada em outubro deste ano. O número de vagas, porém, é inferior ao registrado em outubro do ano passado, quando foram criados 76.599 empregos com carteira assinada, de acordo com o Ministério do Trabalho.

Diferente de Uberlândia e Uberaba, o maior número de empregos criados no país foi no comércio. Além disso, o salário médio de admissão foi de R$ 1.528,32 em outubro, o que representa uma alta real, com os valores sendo corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de R$ 6,89 em relação ao patamar de setembro.

Fonte: g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Vereador procura nova empresa e pede que vagas fiquem para Itabirito


Pela segunda vez, a empresa Mascarenhas Barbosa Rocoe Construções está atuando em Itabirito como empreiteira da Vale. Informações dão conta de que atualmente a firma já está com 100 funcionários. Todos foram contratados via Sistema Nacional de Emprego – Sine (de Itabirito). Extraoficialmente, sabe-se que a intenção é chegar a 170 funcionários.
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Com base nisso, o vereador Renê Butekus (PSDB) foi até a empresa, no começo deste mês, conversar com os gerentes administrativos Nelson e Frederico e com o gerente de contrato Fábio.

O político pediu à empresa que priorizasse, durante dos trabalhos, a contratação de mão de obra itabiritense, bem como desse preferência a fornecedores locais.

Segundo o vereador, ele foi bem recebido e disse também que a empresa já adota esse tipo de política. “Penso que a Mascarenhas não esteja preocupada somente em lucrar dentro de Itabirito, acredito que seus dirigentes se preocupam com a cidade”, ponderou.

Informalmente, dentro da Mascarenhas, o Minuto obteve a informação de que todas as vagas disponíveis na empresa são ofertadas à população por meio do Sine. Ainda com base em informação extraoficial, a empresa não estaria aceitando empregados que não fossem moradores de Itabirito.

No Sine, para cada vaga, são selecionados cinco candidatos. Quando atinge esse número, a vaga é fechada, e a oferta pode retornar ao Sine (para a mesma vaga) se e somente se a empresa não ficar satisfeita com os cinco escolhidos.

Sabe-se que empregos da Mascarenhas foram ofertados recentemente pelo Sine. Contudo, no momento, há somente uma vaga disponível (de auxiliar de topografia).

Entretanto, mais vagas serão abertas (por meio do Sine). Isso quer dizer que a população deve ficar atenta.
MASCARENHAS NÃO RESPONDE

Durante 22 dias, o Minuto Mais tentou obter respostas da Mascarenhas a respeito do assunto.

A reportagem conseguiu uma autorização da Vale para que a empreiteira respondesse a perguntas. Tal autorização foi proposta pela Mascarenhas.

As questões colocadas pelo Minuto são de cunho informativo, sem polêmica de qualquer tipo.

Mesmo assim, depois que a Vale respondeu que as empreiteiras têm autorização para falar por si, informalmente, pelo telefone, um dos gerentes disse que as respostas estavam sendo avaliadas pela direção da firma e que, na sequência, teriam de passar pela Vale para, depois, serem encaminhadas ao Minuto Mais.
LEI DETERMINA QUE FIRMAS BENEFICIADAS PELA PREFEITURA PRIORIZEM EMPREGOS PARA ITABIRITENSES. NÃO É O CASO DA MASCARENHAS!

Existe uma lei municipal que estabelece que as empresas instaladas na cidade, que receberam ajuda do Município para abrir suas portas, devem ter entre seus empregados 80% de moradores de Itabirito.

Situação diferente das empreiteiras da Vale que não recebem benefícios municipais.

A Comissão de Indústria e Comércio da Câmara, presidida pelo vereador Max Fortes (PSB), inclusive, afirma que fará em 2019 uma série de visitas às empresas para saber se a lei está sendo cumprida.

Fonte: http://minutomais.com

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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Projeto de lei que prevê desburocratização em projetos de construção civil é aprovado em Divinópolis

Vereadores se reuniram com Gerente de Fiscalização e Aprovação de Projetos da Prefeitura antes da aprovação do projeto — Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Divinópolis

A Câmara aprovou, durante a reunião ordinária desta terça-feira (21), o projeto de lei 083/2018, que prevê a desburocratização em projetos da construção civil em Divinópolis. O documento altera mais de 20 artigos e modifica mais de dez parágrafos da Lei Municipal 1.071/73. O texto integral pode ser acessado no site da Câmara.

A burocracia existente no setor de Fiscalização e Aprovação de Projetos da Prefeitura fez com que o Legislativo criasse o ‘Fórum da Desburocratização’ na cidade, em 2017, para agilizar o processo. Nesta quarta-feira (21), seria realizada uma audiência pública sobre a demora na aprovação dos projetos na cidade. Porém, com a aprovação do projeto de lei, a audiência foi cancelada.

Em nota, a Câmara afirmou que “já não havia mais motivos para a discussão, uma vez que as solicitações eram justamente voltadas para as referidas alterações no Código de Obras”. O Código de Obras do município está previsto na lei, publicada no dia 21 de novembro de 1973.

Alterações

Na justificativa, o projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, afirma ser de “iminente necessidade” a alteração na lei municipal, incluindo e excluindo dispositivos na legislação para atualizar e desburocratizar questões relativas à aprovação de projetos na cidade.

O documento explica ainda que “com o avanço de tecnologias, surgiu a necessidade de revogação de artigos que se tornaram obsoletos, bem como a inclusão de outros artigos para acompanhar as tendências, particularmente no setor da construção civil”.

O Gerente de Fiscalização e Aprovação de Projetos da Prefeitura, Willian Araújo, se reuniu com os vereadores antes da votação e explicou que o município tem quatro técnicos para analisar cerca de 300 novos processos todos os meses. Com a antiga legislação, este processo era muito burocrático.

“A lei por ser de 1973 é muita antiga, e precisa de passar por adequações para agilizar os trâmites legais. Ao todo serão feitas 26 alterações nos artigos. Estamos modernizando o Código de Obras e inserindo novas normas técnicas”, revelou.

O vereador Josafá Anderson (PPS), idealizador do ‘Fórum da Desburocratização’, comemorou a aprovação do projeto. “Por meio do Fórum nós conseguimos alterar dez itens nesta Lei, e serão alterações que vão agilizar o processo dentro da Prefeitura”, disse.

Fonte:g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia

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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Sindicato da Construção Civil da Paraíba tem boas expectativas com governo Bolsonaro

A Caixa Econômica Federal suspendeu a contratação de novas unidades do programa Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda mensal de até R$ 2.600.
Foto: Paraibaonline/Arquivo
De acordo com o presidente do Sindicato da Construção Civil da Paraíba, Helder Pereira, a Caixa alegou escassez de recursos, mas que, a qualquer momento, haverá uma suplementação para abranger a demanda por imóveis.
– O que houve na verdade foi uma pausa no valor do subsídio repassado para o usuário na hora da assinatura do contrato, devido à escassez de recursos, mas está prevista uma suplementação, talvez ainda neste ano, para o financiamento de novos imóveis. Estamos com uma boa expectativa dessa suplementação para que tenhamos avanços positivos – ressaltou.
Helder ainda comentou que com a eleição de um novo governo, o mercado imobiliário deve se comportar melhor e garantir mais vendas.
– Logo após as eleições, a gente já viu que o mercado mais confiante e temos perspectiva de melhoria, e novos negócios já estão sendo compactuados, que deixa o mercado mais confiante e isso faz com que o empresariado também tenha mais confiança para investir – afirmou.
*Informações da Rádio Campina FM
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