terça-feira, 17 de setembro de 2019

CONSTRUÇÃO CIVIL ENTRA EM NOVA FASE DE EXPANSÃO

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O mercado imobiliário está começando a vivenciar uma nova fase de prosperidade. O setor da construção civil foi um dos mais afetados pela recessão. De 2014 a 2018, recuou 27,7%. Mas, recentemente, começou a apresentar números positivos com tendência de crescimento. Neste mês, a Caixa Econômica Federal fez um anúncio que renovou ainda mais as expectativas: a instituição lançou uma linha de financiamento imobiliário atrelado à inflação.
Dessa maneira, a taxa mínima para os imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação e no Sistema Financeiro Imobiliário será de IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) mais 2,95% ao ano, enquanto a taxa máxima será de IPCA mais 4,95% ao ano. As taxas valem para os novos contratos e entraram em vigor no dia 26 de agosto. Os contratos de financiamento habitacional com atualização pelo indexador IPCA seguirão as seguintes condições: prazo máximo de 30 anos e quota máxima de financiamento de 80%.
As mudanças valem para o SFH (Sistema Financeiro de Habitação), para imóveis até R$ 1,5 milhão e que permitem o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e para o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), para aqueles acima desse valor e sem a possibilidade de usar o Fundo.
Antes, os financiamentos eram feitos por uma taxa fixada pela instituição (que variava entre 8,5% e 9,75% ao ano) mais a TR (Taxa Referencial), estabelecida pelo Banco Central, que atualmente está zerada. Com as mudanças, se considerarmos a inflação de 4,95% mais 2,95%, a taxa atingirá a máxima de 7,9%, percentual menor do que era praticado. Outro ponto positivo é que a meta da inflação, divulgada pelo Banco Central desde 2018, vem reduzindo, passando de 4,5% a.a., para 3,5% a.a., em 2022.
Essas mudanças são importantes para aquecer o mercado e gerar novas opções de funding para o setor imobiliário. Além disso, ao vincular os contratos à inflação, o governo e a Caixa Econômica terão melhores condições para a securitização de recebíveis. Em um futuro próximo, o mercado imobiliário poderá atrair mais recursos para o financiamento, aumentar a concorrência entre bancos e consolidar um mercado secundário atuante que possa suprir o funding necessário para seu crescimento. Já o consumidor final deverá pagar menos de prestação.
O setor da construção civil é um dos principais braços da economia brasileira e possui um papel estratégico do ponto de vista socioeconômico. De acordo com o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado em agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Construção Civil impulsionou os investimentos e fez o PIB crescer no segundo trimestre de 2019. O setor apresentou alta de 1,9% de abril a junho em relação ao trimestre anterior. Nesse mesmo período, a economia nacional cresceu 0,4%, retirando o País de uma recessão técnica.
O grande destaque do PIB no segundo trimestre foi o crescimento de 3,2% do investimento, depois de registrar queda por dois trimestres consecutivos. O incremento de 11,8% nos lançamentos imobiliários no País, nessa mesma base de comparação, pode ter contribuído para esse resultado. Conforme o estudo “Indicadores Imobiliários Nacionais”, divulgado pela Comissão da Indústria Imobiliária da Cbic, no segundo trimestre de 2018 os lançamentos totalizaram 27.381 unidades, enquanto, no mesmo período deste ano, foram 30.607.
Dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) dão conta de que o crédito imobiliário voltou a crescer no Brasil. Em 31 de julho de 2014, foram financiadas 39,9 mil unidades. No mesmo período de 2019 foram 24,9 mil unidades, o que representa um crescimento de 24% no número de imóveis financiados sobre julho de 2018 (23,4 mil) e de 36% no volume de crédito concedido.
Apesar das várias críticas ao governo federal, economicamente o País está começando a ficar mais maduro. Citando o cientista social e jornalista Vinicius Torres Freire: “A economia brasileira é como um caranguejo”.
Está atolada na lama, com várias crises e quedas frequentes do seu PIB. Só que, de 2017 para cá, o caranguejo não está mais cavando o buraco. Pelo contrário, ele está andando de lado e, o mais importante, está mudando a carapaça, sua cor e textura. Ou seja, estamos com um ambiente mais favorável para empreender (Lei da Liberdade Econômica – MP 881/19), melhores taxas de juros e uma inflação cada vez mais controlada em médio e longo prazos.
Apesar de ainda indicarem um ritmo muito lento, os dados recentes do PIB trazem um alento e reforçam as expectativas mais positivas para o segundo semestre do ano. As sinalizações dos novos gestores da economia nacional alimentam um clima menos pessimista entre investidores e consumidores.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Construção civil em Minas tem mais de 100 mil autônomos

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A construção civil gerou 19,7 mil empregos formais em Minas Gerais no primeiro semestre deste ano, mas o número de autônomos no setor aumentou em 13 mil no mesmo período. No Estado, o total de microempreendedores individuais (MEIs) na área chegou a 103 mil profissionais, com 51,4 mil atuando só em obras e alvenaria. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).
Representantes dessa indústria acreditam que crescimento no número de trabalhadores no regime de MEI é oportunidade. Segundo o superintendente do Sebrae, Afonso Rocha, o MEI é uma alternativa de renda para quem está desempregado. Ele afirma que há “muito trabalho, mas pouco emprego” no mercado. “Serventes, pedreiros, eletricistas estão se oficializando como empreendedores individuais e voltando a trabalhar”, diz Rocha.
Por outro lado, o professor da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Mário Rodarte afirma que, apesar de a recuperação no emprego ser algo a se comemorar, há chance de precarização do trabalho. “Vejo com certa preocupação. Eles não são empresários donos do próprio nariz, mas muitas vezes têm jornada fixa e uma série de fatores que seriam quase como uma categoria de assalariado sem benefícios”, afirma.
No país, o setor da construção civil teve leve recuperação no segundo trimestre de 2019 e cresce pela primeira vez após 20 trimestres consecutivos de queda, avançando 1,9% no período em relação ao anterior. No Brasil, 72 mil empregos foram gerados nesse intervalo. Teodomiro Diniz Camargos, vice-presidente da Fiemg, acredita que o crescimento será lento no próximo semestre, mas firme. “Há aumento de confiança no mercado, puxada pela reforma da Previdência, que trouxe sinalização forte de investimentos”, conclui. Nesta terça-feira, a Fiemg, o Sebrae e a Caixa Econômica Federal apresentaram o Minascon 2019, que acontece entre 17 e 22 de setembro.
Oferta
Se, por um lado, há recuperação, a oferta de imóveis em Belo Horizonte está 49% menor neste ano em relação ao que era em 2016, indo de 6.545 para 3.250 entre janeiro daquele ano e junho deste. O Plano Diretor, sancionado em agosto pelo prefeito de BH, Alexandre Kalil, preocupa o setor. “A mudança na legislação fez com que muitos tentassem se proteger”, afirma Camargos.
Monopólio da Caixa no FGTS pode acabar
Brasília. O Ministério da Economia estuda o fim do monopólio da Caixa na gestão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e planeja uma reformulação na maneira como são feitos os aportes no programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida.
O banco estatal recebe 1% dos ativos do fundo para fazer esse trabalho. Em 2018, isso representou R$ 5,1 bilhões. “Não dá para um país do tamanho do Brasil contar com um banco só”, diz Igor Vilas Boas de Freitas, diretor do departamento do FGTS do Ministério da Economia. Para os defensores da ideia, outros bancos poderiam cobrar menos pela administração e oferecer maior retorno com outros tipos de aplicação.
Para Freitas, a Caixa sempre foi um “entrave” para a modernização do FGTS. “Os interesses da Caixa, até pela sua presença no conselho curador, eram impostos aos interesses do fundo e dos seus cotistas”, afirma. A estimativa é que as mudanças sejam aprovadas até dezembro.

domingo, 15 de setembro de 2019

Obras da construção civil contratam Pedreiro, Servente, Pintor, Serralheiro, Caldeireiro e engenheiros em Manaus

obras construção civil Manaus Pedreiro, Servente, Pintor, Serralheiro, Caldeireiro e engenheiros em Manaus

Grande projeto industrial está a iniciar na cidade de Manaus, no estado do Amazonas para obras de construção civil através de uma grande consultoria de RH neste dia 13 de setembro

Se você é profissional em obras da construção civil, há excelentes vagas de empregos anunciadas em Manaus à pouco mais de 24 horas atrás pela Conexão RH Consultoria. É uma verdadeira sequência de oportunidades que estão no mesmo patamar da empresa TEB Group, que também começou a contratar muito no dia 12 de setembro.

Requisitos e cargos para estas obras da construção civil

– Pedreiro
– Servente
– Pintor
– Serralheiro
– Caldeireiro
– Especialista de custos- com inglês avançado ou fluente
– Engenheiro Eletrônico
– Engenheiro Mecânico
– Engenheiro Elétrico
Pela natureza dos cargos pedidos, tudo indica que seja para construção de algum complexo industrial em Manaus, mas não foi informando detalhes adicionais. Não há também qualquer impeditivo no tocante a experiência e localização dos candidatos que desejem atuar neste projeto.
Interessados em participar deste empreendimento e preencher uma das diversas em Manaus, por favor enviem seus currículos para [email protected], informando no título da mensagem o cargo pretendido.  Siga o Click Petroleo e Gás nas redes sociais, garantimos vagas e notícias verdadeiras todos os dias em sua área de atuação.
Mas se você não é profissional da construção civil e quer fazer uma especialização, há uma grande rede de lojas que abriu 600 oportunidades para cursos gratuitos esta semana. Aproveitem porque oportunidades como estas em tempos de recessões econômicas são raras.

sábado, 14 de setembro de 2019

Construção civil demonstra otimismo e projeta retomada no RS

Tadeu Vilani / Agencia RBS

A construção civil demonstra sinais de otimismo no Rio Grande do Sul. Segundo empresários, a confiança com a retomada dos negócios está relacionada, em parte, ao desempenho positivo de nichos específicos do mercado imobiliário nos últimos meses. A leitura de que a pior fase da crise ficou para trás e o lançamento de linha de crédito habitacional da Caixa também animam o setor, apesar de a economia ainda colecionar dificuldades em todo o país.
Empresários dizem que um dos nichos com bom desempenho no Estado é o de apartamentos compactos. Com área reduzida, esses imóveis são destinados a clientes que vivem sozinhos ou casais sem filhos, por exemplo. Outro segmento que tem se destacado é o de alto padrão, com preços mais elevados, que podem ultrapassar os R$ 4 milhões, conforme representantes do setor.

Embora haja otimismo em relação aos negócios, a construção ainda patina na geração de empregos formais. No período de 12 meses encerrado em julho, o setor fechou 4,1 mil vagas com carteira assinada no Rio Grande do Sul. O saldo decorreu da diferença entre 69,7 mil contratações e 73,8 mil demissões, apontou o Ministério da Economia.
— A retomada plena ainda não chegou, mas o ânimo está maior. Durante a crise, as construtoras investiram mais em pesquisa de mercado. Com isso, descobriram o potencial dos compactos. Esses apartamentos podem ser alugados facilmente em sites como Airbnb e ficam em prédios com lavanderias e outros espaços compartilhados, o que agrada a jovens. Já o alto padrão não sentiu tanto a crise, porque não depende de financiamentos — explica o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado (Sinduscon-RS), Aquiles Dal Molin Júnior.
Diretor-executivo da incorporadora Melnick Even, Juliano Melnick menciona que as vendas, em termos gerais, seguem neste ano em nível "razoavelmente parecido" ao de 2018 na Capital. Segundo ele, há um conjunto de sinais promissores para o restante do ano. Além do bom desempenho do segmento de imóveis compactos, o empresário sublinha que grandes mercados brasileiros, como o paulista, apresentam indícios mais consistentes de reação. 
No primeiro semestre, a Região Sudeste teve alta de 24,3% nos lançamentos de unidades residenciais e de 22,8% nas vendas, frente ao mesmo período do ano passado. No Sul, também houve resultados positivos, mas com menor vigor. Enquanto os lançamentos subiram 12,7%, as vendas avançaram 11,2%, indicou a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
— São Paulo é a praça mais dinâmica do país. Normalmente, o mercado de lá se deteriora ou reage às crises antes dos demais. Esses movimentos costumam levar até um ano para chegar a locais como Porto Alegre. A melhora em São Paulo é um bom indicador. Temos aqui um cheiro de retomada mais forte do setor, que pode se confirmar no segundo semestre ou no próximo ano — analisa o diretor da Melnick Even, que fechou 2018 com recorde de vendas, no valor de R$ 645 milhões.

Primeira alta desde 2014

No país, a construção ajudou o Produto Interno Bruto (PIB) a ficar no azul no segundo trimestre. Depois de 20 baixas consecutivas, a atividade avançou 2% ante igual período do ano passado, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ou seja, foi o primeiro resultado positivo desde 2014.
Os indícios de melhora ainda se refletiram, em agosto, na confiança dos empresários do setor, que cresceu 2,2 pontos no país. Calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador alcançou a marca de 87,6 pontos, a maior desde dezembro de 2014, em escala de zero a 200.

Diretor da Regional Sul da Cyrela Goldsztein, Rodrigo Putinato atesta a visão otimista. Segundo ele, a incorporadora vem sentindo momento melhor na Capital desde o final de 2018. No ano passado, os lançamentos da empresa em Porto Alegre chegaram a R$ 375 milhões, e a meta é quase dobrar a cifra em 2019, afirma Putinato.
— O mercado ficou muito tempo em recessão. Como as coisas são cíclicas por natureza, agora vem um bom momento. A confiança aumentou — relata.
Em agosto, a Caixa anunciou nova linha de crédito imobiliário, que tem como base a variação da inflação no país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Isso significa que, em momentos de IPCA em nível mais baixo, como o atual, o financiamento pode se tornar mais barato. No sentido contrário, em caso de alta na inflação, as parcelas ficariam mais caras.
— O ano passado foi um pouco duro para o setor no Estado. Agora, vemos sinais de reação. A nova linha da Caixa também pode ajudar — diz o gestor comercial da construtora MRV Engenharia no Rio Grande do Sul, Marcello Rosito.
Segundo o executivo, o número de lançamentos de imóveis da empresa no Estado deve se aproximar de 4 mil unidades neste ano, marca similar à de 2018.
Tadeu Vilani / Agencia RBS
Apartamentos compactos têm gerado resultados positivos, dizem empresários

O que levar em conta antes de comprar um imóvel

  • Educador financeiro do GuiaInvest, Adriano Severo afirma que, antes de comprar um imóvel, é aconselhável fazer um "planejamento pessoal" de pelo menos 10 anos.
  • A ideia é evitar uma aquisição que não se encaixe aos objetivos traçados. Por exemplo: um casal pode financiar um apartamento de um quarto e, durante o período de pagamento, resolver ter filhos. A lógica é que o espaço fique pequeno para receber as crianças.
  • Severo também frisa que os gastos relacionados à compra de um imóvel vão além do pagamento do bem. Os custos de eletrodomésticos e móveis também precisam entrar no orçamento.
  • Para o especialista, a nova linha de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal é "interessante" por representar opção a mais na hora de negociar a compra de apartamento ou casa. Por outro lado, Severo sublinha que, se houver alta na inflação, as parcelas ficarão mais caras. Isso significa que a operação não está livre de riscos. 
  • A inflação medida pelo IPCA atingiu 3,43% no acumulado de 12 meses encerrado em agosto, abaixo do centro da meta perseguida pelo Banco Central neste ano, de 4,25%.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Rede de fornecedores da construção civil lança portal para facilitar o processo para quem vai iniciar uma obra

Segundo estatísticas recentes do IBGE, o setor da Construção subiu 2% no segundo semestre comparado com o ano de 2018.

Foto: DINO / DINO


E tudo aponta que a construção civil pode melhorar ainda neste segundo semestre de 2019 e início de 2020, devido ao impulso recente dos incentivos para financiamento habitacional. O que deve gerar um movimento maior na economia e aumento de empregos.


Com o excesso de informações recebidas diariamente e considerando as diversas mudanças de como são realizados negócios entre o fornecedor da construção e o cliente final, empreendedores de olho nessa tendência desenvolveram uma Rede de Fornecedores com o objetivo de facilitar o processo da escolha do fornecedor do início ao fim da obra. Surge para atender essa demanda a Arqweb , que reunirá os principais e mais qualificados fornecedores da cadeia da construção civil na Região de Piracicaba, para quem vai iniciar uma obra, para que esses possam ter uma experiência positiva. As experiências já começam com o contato pessoal através de eventos em condomínios fechados, onde estão presentes os fornecedores da construção civil e arquitetura, realizado de uma forma personalizada na região.

A Arqweb utiliza uma rede de contatos, de profissionais, associações e proprietários de terrenos em condomínios para qualificar os fornecedores e profissionais construção civil que farão parte da rede, seguindo o critério: base de satisfação, custo/benefício, pontualidade e qualidade do serviço prestados durante e após a obra. E todos esses profissionais e fornecedores qualificados serão reunidos e apresentados no portal da WEB e APP.

"O desafio não é ser um mero portal da internet e guia comercial, e sim desenvolvedor de soluções, por meio de um canal digital, para quem vai construir e reformar, encontrar indicações e até mesmo poder cadastrar a obra e receber orçamentos de grupo qualificado de fornecedores.

A Arqweb, já vem realizando eventos presenciais dentro de condomínios fechados, que leva informação e esclarecimento a um público bem especifico, que sonham com a construção de sua nova casa, apresentando soluções construtivas, dicas de obras, arquitetura e decoração, além de apresentar fornecedores do setor de construçãodo básico ao acabamento" esclarece Ricardo França, sócio fundador da Arqweb e especialista em processos comerciais e marketing.

Ainda de acordo com os empresários, o diferencial será levar nas palmas das mãos a comodidade e a boa recomendação para quem está construindo, e para os profissionais e fornecedores, terão a possibilidade de divulgarem e elevarem o patamar do seus produtos e serviços, com baixo custo da adesão ao portal, com inúmeras vantagens: retorno rápido, construção e fortalecimento de sua marca, desenvolvimento de negócios a médio e longo prazo, maior visibilidade ao público que irá construir em um condomínio fechado.

"Tenho experiência de varejo da construção civil há 18 anos, e o que percebo é a ineficiência da comunicação entre o fornecedor e o cliente final. A Arqweb veio para facilitar essa comunicação. E trilhar um caminho duradouro, oferecendo uma experiência saudável para quem vai construir, evitar o desgaste e fortalecer o relacionamento entre fornecedor e cliente final, porque o que eu realmente acredito, é a boa e velha indicação. E a Arqweb é formada por um o tripé: relacionamento, marketing digital e eventos, onde resultarão o encontro entre cliente final e fornecedor, este que deverá aderir ao portal, através de um plano de assinatura conforme perfil e tamanho do seu negócio", explica Renata Mascarenhas, sócia fundadora da Arqweb, especialista em Marketing de Varejo.

A Arqweb é fruto da união de quase 40 anos de experiência acumulada de dois sócios e nasce com 40 fornecedores da construção civil e a estimativa é que triplique o número de fornecedores para 2020.

Será criado um modelo de negócio, que poderá ser ampliado, através de empreendedores que compartilham do mesmo propósito, aderir a um plano de franquia e ampliar conceito de relacionamento para outras regiões.

Está marcado para o mês de novembro o lançamento oficial do portal na Web e App daa empresa, num grande evento da construção civil e arquitetura organizado pela Arqweb com o apoio da CAIXA e Aguassanta Empreendimentos.

Website: http://www.arqweb.com.br

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Minha Casa, Minha Vida decai em Pernambuco e obras desaceleram

Obras de conjunto residencial em Aguazinha, Olinda, estão atrasadas porque verba do governo federal está há quatros meses sem pagar construtora. Foto: construtora AWM /Divulgação

Após uma visita recente a três canteiros de obras do programa Minha Casa, Minha Vida em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Marreta), Reginaldo Ribeiro, voltou com uma conta preocupante da bagagem: “Dos 350 trabalhadores que estavam empregados nessas três obras, só ficaram 89”, queixou-se.
Os constantes atrasos dos pagamentos do principal programa habitacional do país, que completou uma década em 2019, empacaram as obras em Pernambuco. Preocupados com a implosão dos contratos após sucessivos calotes do governo federal, alguns empresários da construção civil já falam em recolher as máquinas e mandar a mão de obra de volta para casa.
“A gente voltou ao passado e agora já vê filas de trabalhadores nas portas das obras querendo trabalhar. É uma cena que só se via muitos anos atrás”, completa Ribeiro, representante de outra categoria diretamente atingida.
O cenário de incerteza cresceu em meio à previsão de redução de 50% no orçamento do programa em 2020. Os R$ 2,71 bilhões devem ser usados apenas para honrar os atrasos, mas sem novas contratações. Em Pernambuco, mais da metade (54,4%) das 15.761 obras do programa com contrapartida do governo do estado ainda não foram inauguradas.
O Ministério do Desenvolvimento Regional, responsável pelo programa, e a Caixa Econômica Federal (CEF) não responderam os pedidos da reportagem do Portal OP9, que questionou os órgãos sobre o número de obras em atraso no estado. Estima-se que 125 mil unidades tinham sido entregues nos últimos dez anos no Estado, mas o antigo cenário agora é de marcha lenta.
“Todo mundo tá muito apertado”
Betinha Nascimento, diretora imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Pernambuco (Sinduscon- PE) diz que 70% das empresas da construção civil em Pernambuco dependem do programa. “Todo mundo tá muito apertado. Até porque são empresas pequenas que têm que pagar fornecedor, mão de obra, impostos”.
Segundo a diretora, os atrasos das verbas começaram em dezembro de 2018 e continuava até agosto de 2019. “Dos R$ 600 milhões que foram prometidos, R$ 432 milhões serão para o programa. Mas sabemos que isso vai resolver apenas uma parte”.
Verbas do Minha Casa, Minha Vida serão reduzidas em 50% em 2020. Foto: divulgação construtura AWN
Verbas do Minha Casa, Minha Vida serão reduzidas em 50% em 2020. Foto: divulgação construtura AWN
O empresário Alexandre Mirinda, de 65 anos, sócio da construtora AWN, está há quase quatro meses seguidos sem receber os repasses do MCMV de uma obra de 440 apartamentos, que gera 250 empregos diretos em Olinda. Em fase de acabamento, o conjunto popular vai abrigar famílias de baixa renda que tiveram as casas desapropriadas para intervenções urbanísticas nos bairros de Aguazinha e Sapucaia, na periferia da cidade.
Desde julho de 2018, quando o primeiro tijolo chegou ao canteiro, já foram seis meses sem pagamento ou com parcelas atrasadas. A entrega das chaves, inicialmente previsa para novembro de 2019, agora só deve ocorrer, na melhor das hipóteses, em junho de 2020. “Enquanto isso, o governo está gastando auxílio-moradia para essas famílias”, pondera o construtor .
Mirinda, que desde 2013 já construiu 3 mil unidades habitacionais, avalia que o programa é importante porque “dá casa a quem mais precisa”, “alivia o bolso do poder municipal” e movimenta a economia local. “Eu não vendo apartamento. Entrego direto para a Caixa, que entrega para a prefeitura, que, por sua vez, entrega pra quem mais precisa. Faço o lado social mesmo tendo lucro, como qualquer empresa precisa ter. O problema é, do jeito que está, não é justo que as empresas banquem a obra”.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Alívio à construção: com sinais otimistas na economia, BH lidera a geração de empregos no setor

Há vagas

Com base nos últimos resultados otimistas do PIB e impulsionada por altas de emprego em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, a construção civil mineira deve chegar a um crescimento de 0,5% neste ano, segundo projeções da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).
Neste ano, Minas lidera a geração de empregos do setor em todo o Brasil, sendo responsável por 20.507 vagas dos 71.975 empregos criados de janeiro a julho deste ano, segundo dados do Caged, do Ministério do Trabalho. Esse é o melhor resultado para a construção civil mineira desde 2013.
Corroborando o ânimo do empresariado, o número de trabalhadores empregados na construção civil em todo o Estado também registrou aumento de 6,64% nos sete primeiros meses deste ano, saltando de 250.315 empregados em julho do ano passado para 266.934 em julho deste ano. Um sinal, ainda que acanhado, da melhora do setor em Minas.
O vice-presidente da Fiemg, Teodomiro Diniz, avalia que as reformas do governo federal, somadas às novas políticas de financiamento habitacional da Caixa, contribuíram para esse cenário. O financiamento com recursos do SBPE, por exemplo, que injetou R$ 40 bilhões para construção de imóveis até maio, tem projeção de crescimento de 31% até o fim deste ano, segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
“Tendo estabilidade política, teremos instrumentos. O avanço da reforma da Previdência, o novo financiamento da Caixa, até o FGTS como política de incentivo à economia. Isso tudo contribuiu. Hoje, a construção civil é 65% do parque industrial brasileiro e é o setor que mais rapidamente percebe as mudanças da economia”, avalia Teodomiro Diniz, vice-presidente da Fiemg.
O resultado, chamado de “melhora moderada” pela Fiemg, é impulsionado principalmente pela capital mineira e as construções na Região Metropolitana, responsáveis por mais da metade (66%) da geração de empregos em Minas, tendo aberto 13.537 postos de trabalho dos mais de 20 mil empregos gerados no Estado de janeiro a julho de 2019.
Para Renato Michel, vice- presidente da Área Imobiliária do Sinduscon-MG, a capital mineira vive uma corrida para aprovação e execução de obras, antes da entrada em vigor do novo Plano Diretor, que unificou o coeficiente de aproveitamento em 1.0, limitando a capacidade de construção ao tamanho do próprio terreno. 
“Não sabemos como as regras serão aplicadas na prática, ainda não começou. Então, nos últimos meses houve uma corrida para aprovar projetos e executá-los, o que de alguma forma movimentou o setor. Como Belo Horizonte tem quase 92% do território já construído, a Região Metropolitana se torna um atrativo para muitos empresários”, avalia Renato.
Apesar dos sinais de melhora, a construção civil mineira ainda permanece em estado de alerta em relação às vendas, tendo assistido a uma inflação de 4% no preço dos imóveis de Belo Horizonte e Nova Lima. O estoque de unidades residenciais nas duas cidades está em 3.250 unidades, quase a metade do que a média de 2016, quando 6.545 unidades estavam disponíveis para compra.
“A oferta de imóveis em construção ainda está baixa porque não tivemos incentivos suficientes, apesar da pequena melhora. Para se ter uma ideia, Curitiba e Porto Alegre, comparáveis a Belo Horizonte, têm 8 mil unidades disponíveis cada”, avalia Renato Michel, do Sinduscon-MG.

MinasCon espera público de 10 mil na capital mineira
Focado em novas tecnologias para o setor, mais sustentáveis e menos onerosas, o MinasCon, encontro unificado da cadeia da construção civil em Minas Gerais, volta a acontecer em Belo Horizonte neste ano, em uma parceria entre a Fiemg e o Sebrae. A expectativa é atrair cerca de 10 mil profissionais, entre 17 e 22 de setembro. 
Ao custo de R$ 1,5 milhão, o evento apresentará ao menos 30 eventos públicos, além de 50 painéis com diversos debates sobre as práticas do setor, inovação, indústria 4.0 e sustentabilidade.
“A principal ideia é mostrar como o setor da construção civil pode inovar, ser mais sustentável e até reduzir custos utilizando tecnologias mais limpas e eficientes. É um encontro que propicia contato entre muitos profissionais da cadeia da construção civil”, avalia o diretor superintendente do Sebrae/MG, Afonso Maria Rocha.
Destaque para a abertura do evento, no dia 17, com palestra de Salim Mattar, secretário Especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia. Mattar estará acompanhado do governador Romeu Zema (Novo).
Uma novidade deste ano é a Feira de Imóveis, realizada entre os dias 21 e 22, com diversas opções de compra em Belo Horizonte e na região metropolitana. 
“Apesar de ser voltado a profissionais da construção, como arquitetos, engenheiros, designers de interiores, o MinasCon é aberto ao público. E é uma oportunidade de as pessoas fazerem uma boa pesquisa de mercado, serão dezenas de construtoras e imobiliárias. É algo que aproxima o público do setor também”, avalia Renato Michel, do Sinducon-MG.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Como a tecnologia pode aumentar a produtividade na construção civil?

Como a tecnologia pode aumentar a produtividade na construção civil?

Com participação de 4,5% no PIB brasileiro em 2018 (IBGE), a indústria da construção civil se prepara para a retomada econômica apostando em tecnologia. Com o uso de softwares e equipamentos de inteligência artificial, o setor desenha novos caminhos para o mercado imobiliário. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, os lançamentos de imóveis residenciais cresceram 4,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo trimestre de 2018. As vendas aumentaram 9,7% ante o mesmo período do ano passado.
Os recursos que podem contribuir com as vendas já estão disponíveis. Desde 2010, a empresa de tecnologia AZUBA desenvolve soluções de realidade virtual e aumentada, que simulam detalhes de uma construção a partir do projeto. “As aplicações vão desde verificações em tamanho real dos setores e detalhes dos projetos, até deixar uma reunião de medição de obra com o cliente mais interativa, clara e lúdica”, explica Joel Stival, fundador da AZUBA.
Para enxergar aquilo que até então só era visível no papel, basta ter um smartphone ou óculos de simulação. A solução também é utilizada em feiras e plantões de vendas – o cliente visualiza o imóvel decorado e até a vista que terá da janela, por exemplo. A economia de recursos é o ponto forte do uso dessa tecnologia, já que dispensa apartamentos decorados físicos e otimiza processos ainda na fase de planejamento da obra. “A realidade virtual e a aumentada são as ferramentas mais modernas para eliminar ou reduzir dúvidas que só serão percebidas durante a fase de execução de um projeto”, comenta Stival.
BIM: de tendência à pauta estratégica
A partir de 2021, o governo federal passará a exigir o uso da tecnologia BIM nos setores de construção civil e infraestrutura. O Building Information Modeling (Modelagem da Informação da Construção, em tradução livre para o português) reúne as informações e detalhes de um projeto, contemplando os aspectos hidráulicos, elétricos, civis e arquitetônicos, e cria um modelo 3D da obra, muito mais próximo do resultado do que os protótipos 2D. A expectativa é de que, com o BIM, o setor aumente em 10% a produtividade e reduza os custos em até 20%, segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). “O BIM permite testar as soluções de um empreendimento antes de sua produção e possibilita a colaboração, já que requer um ambiente em que as decisões são tomadas em conjunto”, explica Alexia Gassenferth Motter, sócia-fundadora da Campestrini, empresa de inovação para a construção civil.

A ausência de processos mais digitais e de softwares para gestão de dados ainda são gargalos para o setor, analisa Alexia. “Identificamos a falta de dados de produção, especialmente na fase de construção, como um entrave para o desenvolvimento da indústria. Enquanto a construção não se digitalizar para gerir os dados e entender suas deficiências, não há como implantar inovações mais avançadas”, conclui.
Soluções para o futuro
No ecossistema de inovação, cresce o número de startups voltadas ao setor. São as construtechs, que devem trazer automação aos processos por meio de aplicativos e pelo uso de câmeras de celulares. Segundo Fabiano Rogerio Corrêa, professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da USP, há muitos benefícios para a indústria. “Com as construtechs, haverá aumento da produtividade e da qualidade, redução de custos e de prazos, além da possibilidade de oferecer produtos diferenciados. Antes disso, é necessário promover uma mudança considerável no produto, na organização e nos processos, para que essas tecnologias possam dar os frutos esperados”, analisa o professor.
O Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil, em Ponta Grossa, é capaz de auxiliar empresas e profissionais da construção civil em todo o ciclo de vida da edificação. “Atuamos desde a fase de projeto, com consultorias para implantação do BIM - Building Information Model, suporte para a cadeia produtiva de insumos e produtos por meio de desenvolvimento, melhoramento e acompanhamento do desempenho dos itens fornecidos; na fase de execução de obra, com consultorias e ensaios em tecnologias construtivas; e na fase de uso, com elaboração de manuais e orientações aos usuários”, explica Robson Gravena, gerente da unidade.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Mercado da construção civil em Manaus segue aquecido, diz Sinduscon

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O primeiro semestre deste ano foi muito positivo para o mercado da construção civil manauara, com um faturamento equivalente a 80% do total de 2018, de acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM) e pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Amazonas (Ademi-AM). Isso se deve muito aos investimentos que empresas do setor estão fazendo na capital do estado. Há pouco mais de um ano atuando na cidade, a MRV, por exemplo, vem intensificando sua atuação na região próxima à Ponta Negra, no bairro Parque Mosaico. Por lá, a companhia se prepara para lançar o terceiro empreendimento dos 14 que pretende construir.
São mais de R$ 50 milhões já empregados, tanto para a construção dos residenciais Vista das Castanheiras e Vista dos Buritis quanto para obras de melhoria da infraestrutura, como asfaltamento da Av. Desembargador João Machado, projeto paisagístico de toda região e pintura de fachadas de casas da vizinhança.  Para a construção do novo condomínio, o Vista dos Angelins, a companhia estima um investimento de R$ 22 milhões e a contratação de cerca de 130 novos trabalhadores.
O residencial, com 220 unidades, será construindo em um terreno de 14.178,65m² e contará com salão de festas, playground, Pet Place, espaço gourmet, piscina adulto e infantil, pomar, bicicletas compartilhadas e elevador. “Nossos produtos ainda contam com itens pensados para facilitar a vida do morador e contribuir com o meio ambiente. Assim como os outros condomínios da MRV, o Vista dos Angelins terá placas fotovoltaicas para a geração de energia solar para atender as áreas comuns e sistema de segurança completo, com circuito fechado de TV, cerca elétrica com alarme, luminária com sensor de presença e guarita de segurança”, fala Jeferson Luiz Benitez, diretor comercial.
As unidades de dois quartos com garagem se enquadram ao programa Minha Casa Minha Vida e podem ser adquiridas a partir de R$ 168.900,00.  No lançamento, que ocorrerá no dia 14 de setembro, das 9 às 15h, no plantão de vendas da construtora (Av. Desembargador João Machado, Alvorada), a MRV oferecerá condições especiais para quem adquirir um apartamento, como: sinal a partir de R$ 499,00, documentação grátis (ITBI e registro), entrada em até 60 vezes, parcelas menores que o aluguel, além de descontos especiais para todos os funcionários públicos.
“Estamos otimistas com o mercado da cidade. A expectativa é que no primeiro mês de comercialização dos apartamentos deste novo empreendimento mais de 30% sejam vendidos”, completa Benitez.
Fonte: d.emtempo.com.br

sábado, 7 de setembro de 2019

Construção civil esbarra na contratação de mão de obra qualificada


O ano de 2019 iniciou com aquecimento no setor de construção civil, apesar do segmento ter encarrado 2018 com saldo negativo. A falta de mão de obra qualificada tem sido uma das dificuldades para fechar o quadro funcional. Ao comparar o mesmo período do ano passado (janeiro a agosto), os dados do Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam resultados mais satisfatórios.
“Infelizmente, temos rotatividade no setor. Isso acontece pela falta de mão de obra qualificada e comprometida com os trabalhos” afirma o mestre de obras José Santos. “Desde o início o ano, estamos contratando auxiliar de pedreiro com experiência. Quando achávamos que iríamos compor o quadro, alguém pede para sair, ou temos que desligar”.
Santos destaca que para executar os trabalhos é preciso mão de obra qualificada. Ele enfatiza que essa dificuldade em encontrar profissionais para trabalhar, infelizmente, esbarra na falta de interesse das pessoas em buscarem conhecimento. O mestre de obras ainda reforça que existe preconceito e desvalorização da profissão. Porém, ele avalia isso como uma oportunidade para que os interessados busquem aperfeiçoamento e dessa forma possam ofertar trabalho de qualidade e com remuneração compatível.

CONTRATAÇÕES – De acordo com o mestre de obras, Toledo tem demonstrado crescimento no segmento de construção civil, principalmente, na verticalização. “Isso exige experiência não apenas no quesito de fazer uma laje ou assentar tijolos - serviços básicos de nosso trabalho, mas que precisam ser de qualidade – é preciso ter conhecimento para atender esses padrões de construção que prevê técnicas diferenciadas, exigências de segurança no ato da execução do serviço, entre outras particularidades”, garante Santos.