sexta-feira, 22 de maio de 2020

Pandemia não afetou obras da construção civil no oeste do Paraná

Pandemia não afetou obras da construção civil no oeste do Paraná

A Construção Civil foi incluída na última semana na lista dos serviços públicos e atividades essenciais durante a pandemia do novo Coronavírus no Brasil. O funcionamento do setor deve obedecer às determinações do Ministério da Saúde, conforme o decreto federal nº 10.342 assinado pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (7).
De acordo com o decreto, “são serviços públicos e atividades essenciais aqueles indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, assim considerados aqueles que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população”.“Entendemos que a Construção Civil é uma atividade essencial, uma vez que a sociedade depende dela no seu dia a dia, como por exemplo as edificações, ruas e estradas pavimentadas, pontes, viadutos, redes de água e de esgoto, drenagem, barragens, portos, aeroportos, entre outros”, detalha o Engenheiro Civil Hélio Sabino Deitos, coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR).
A importância do setor é primordial em diversos aspectos. “Imagine uma obra de pavimentação paralisada. Com a ocorrência de chuvas, você pode perder todo o trabalho. O mesmo acontece com um edifício ou outro tipo de obra paralisada. Além da depredação, pode haver corrosão da ferragem e outros problemas estruturais causados pela falta de continuidade dos serviços. E na atual situação, a construção de hospitais de campanha, reforma e ampliação de hospitais reforçam mais esta questão”, frisa o coordenador.
Segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), o setor movimentou R$ 230 bilhões em 2019, e representa 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, que foi de R$ 7,3 trilhões.
No Paraná, o setor da Construção Civil já havia sido considerado serviço e atividade essencial, que não pode ser interrompido, no decreto 4.317/2020 de 21 de março deste ano. Por esse motivo, os trabalhos seguiram o andamento de seus cronogramas.“Creio que poucas obras foram paralisadas no Paraná. As do Governo do Estado, onde trabalho, estão com os andamentos normais, principalmente da Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas”, comenta o coordenador.

Proteção redobrada

O Crea-PR, por meio da Câmara Especializada de Engenharia Civil, faz um alerta aos profissionais da Engenharia Civil para que, além de se proteger, redobrem os cuidados com os locais de trabalho, exigindo dos demais trabalhadores a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados pelas normas, e reforcem a importância do uso de máscaras.
Entre as demais medidas de proteção, o coordenador da Câmara Especializada do Crea-PR cita: “é importante disponibilizar água e sabão para lavar as mãos e equipamentos dos trabalhadores, bem como distribuir álcool em gel 70% em vários locais da obra, além de evitar aglomerações, principalmente nos intervalos para refeições, procurando intercalar turnos de trabalho. Também é essencial fixar cartazes nas obras com informações sobre os cuidados e prevenção com relação à Covid-19, tanto no trabalho como no deslocamento e volta para as suas casas”, reitera o Engenheiro Civil.

Obras em andamento em Cascavel

Em Cascavel, na região Oeste, o setor da Construção Civil não parou neste período de pandemia.  Pelo contrário, houve inclusive, um crescimento de 11,9% no setor neste primeiro quadrimestre em comparação com o mesmo período do ano passado. Dois Decretos Municipais, publicados em abril de 2020, permitem os trabalhos nos canteiros de obras na cidade, mas reforçam as orientações sobre as medidas de segurança.
De acordo com os decretos, estabelecimentos industriais e de Construção Civil devem intensificar os cuidados preventivos de combate à Covid-19 por meio de um Plano Interno de Contingência.  As novas orientações tratam da entrada e saída de funcionários, da quantidade de profissionais na execução dos serviços, da flexibilidade e escalonamento no horário das refeições, troca de turnos e transporte dos trabalhadores.
No caso dos elevadores, que aglomeram pessoas, a nova orientação é que os trabalhadores evitem o seu uso e deem preferência para as escadas. “Só um operador fica no canto do elevador, mantendo a distância de dois metros, e se tiver que subir, sobe o material e, no máximo, um ajudante próximo à porta, longe da botoeira do elevador”. explica RobersonParizotto, Engenheiro Mecânico, inspetor do Crea-PR.
Sobre a importância dessas medidas protetivas, o Gerente do Crea-PR Regional Cascavel, Engenheiro Civil Geraldo Canci, reforça a responsabilidade dos Engenheiros Civis neste período de pandemia. “O Engenheiro é o responsável técnico pela obra, portanto, ele deve coordenar e orientar os trabalhadores sobre as normas de segurança e dos protocolos de higienização a serem seguidos”, observa.
O Engenheiro Civil Agnaldo Mantovani, acredita que a pandemia transformou o papel deste profissional em algo ainda mais nobre, mais digno e importante para as suas obras. “A este profissional recaem as responsabilidades do que é feito e também as consequências do que não é feito. E agora nós estamos vivendo um período novo em que o principal e mais temido dos riscos é o biológico, que também precisa ser administrado pelo Engenheiro”, diz Mantovani.
Ele destaca que o ambiente da Construção Civil é amplo e de muita interação entre as pessoas. “Isso transforma a obra em um grande ambiente laboral, sendo assim, todas as medidas profiláticas, que estão difundidas mundo afora para atenuação da propagação do vírus, devem estar contidas em todos os canteiro de obras em todos os municípios, com uma comunicação eficiente, mesmo que não esteja determinado por decreto”, sugere.
Mantovani lembra ainda que este novo cenário, para o Engenheiro Civil, aponta para a necessidade de uma nova habilidade. “O profissional precisa fazer com que o trabalhador retorne para sua casa com a sensação do dever cumprido e volte no dia seguinte para o trabalho sem a impressão de estar indo para um local de risco, ou ainda, sob a pressão de poder ser contaminado”, conclui.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Construção Civil deve estar em primeira fase de reabertura da economia no Ceará, afirma Sinduscon

Setor teria prioridade no retorno pois apresenta baixo risco de contaminação.  — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

O setor da construção civil deve estar na primeira fase do plano de reabertura da atividade econômica no Ceará, afirmou nesta terça-feira (19) o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), Patriolino Dias.
Dias afirma que o assunto foi discutido com o governo do estado durante reunião do grupo de trabalho que estuda o retorno das atividades. Na segunda-feira (18), o governador Camilo Santana afirmou que o planejamento deve ficar pronto até o fim desta semana. Segundo o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior, o projeto inicial será apresentado ainda nesta terça-feira ao governador. No entanto, ainda não há data prevista para implementação.
O presidente do Sinduscon-CE afirma que 40% do setor estaria autorizado a operar em um primeiro momento de retomada. "Ainda não sabemos se seriam 40% das obras ou 40% de cada obra. Eles ainda estão regulamentando isso", detalha Dias.
Um dos motivos que explicam a prioridade no retorno das atividades é o baixo risco de contaminação do setor, segundo o presidente do Sinduscon-CE. "Nossos canteiros são abertos, arejados, não temos aglomeração, não atendemos o público em geral, e vamos seguir um protocolo seguro na parte sanitária", destaca Dias.
Juntamente com as obras, todas as atividades que formam a cadeia da construção civil poderão retornar também nesta primeira fase. O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), Maurício Filizola, revela como está sendo planejada a reabertura.
"O retorno se dará por cadeia produtiva. No caso da construção civil, voltam as obras, as lojas de construção e relacionados. Dessa forma, teremos setores do comércio beneficiados logo na primeira fase", detalha.

Retomada da economia

Conforme já havia revelado o chefe da Casa Civil, Élcio Batista, o plano de reabertura da atividade econômica terá quatro fases e deverá durar pelo menos 56 dias. No entanto, o projeto só terá início quando os índices de contaminação, internação e óbitos provocados pelo novo coronavírus diminuírem.

domingo, 17 de maio de 2020

Empresa oferece 120 vagas de emprego para área da construção civil, em Rio Verde


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Prefeitura de Rio Verde oferece vagas de emprego


Um empresa oferece 120 vagas de emprego para a construção da Plataforma Multimodal de Rio Verde, no sudoeste goiano. O pré-cadastro para concorrer às oportunidades deve ser feito por meio da rede social da prefeitura.


Segundo a administração do município, 70% das vagas, ou seja, pelo menos 58 delas, devem ser preenchidas por moradores da cidade. Após preencher o pré-cadastro, o candidato deve aguardar o contato da empresa responsável pela obra para saber os próximos passos do processo seletivo.


São exigidos para os cargos uma experiência mínima de seis meses na função e grau de escolaridade a partir do ensino fundamental incompleto. Os salários não foram divulgados pela prefeitura nem pela empresa responsável pela contratação. Além da remuneração, são oferecidos benefícios de transporte e alimentação - com café da manhã e almoço no local.

Confira as vagas disponíveis:

Carpinteiro - 60 vagas
Armador de ferragem - 20 vagas
Pedreiro - 20 vagas
Montador de Andaimes - 20 vagas

sábado, 16 de maio de 2020

Empresa de Ribeirão Preto oferece vagas na construção civil



Uma empresa de Ribeirão Preto oferece vagas na construção civil para os cargos de ajudante de pedreiro e operador de empilhadeira.  
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Os interessados poderão encaminhar currículo pelo e-mail compras@irmaosoliveira.com.br ou entregar diretamente na sede da empresa, na rodovia Antônio Machado SantAnna (SP-255), km 7,4, das 7h às 17h.
São três vagas para auxiliar de pedreiro e uma para operador de empilhadeira. O salário inicial, de acordo com a empresa, é o piso de R$ 1.322,00 mais benefícios.  
"Estamos com dificuldade para procurar profissionais, pois os cursos estão fechados durante a pandemia da covid-19", afirmou a responsável, Camile Ishiwatari.   
Ela também disse que todos os selecionados passarão por um teste na próxima segunda-feira (18), a partir das 7h.
Os telefones para mais informações são o seguintes: (16) 3627-5511 ou (16) 99393-9229.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Construção Civil no ABC mantém o otimismo em cenário de pandemia



Juros mais baixos devem fortalecer setor da Construção Civil ainda este ano
Wilson Guardia
Após dois anos de uma movimentação morna, o setor da Construção Civil, preparou suas bases e se estruturou para ter um ano de 2020 pujante, mas veio a pandemia e adiou os planos, que deveriam ser aplicados ainda no primeiro semestre, com crescimento previsto de 3%, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo.
Projetos
Por outro lado, apesar da paralisação econômica por conta da disseminarão do coronavírus, o ano como todo não está perdido e serve de parâmetros para empresas do setor inovarem e buscarem por novos projetos, adequados a uma nova realidade que começa a se desenhar.
Juros
Bruno Patriani, diretor da Construtora Patriani, explica ao REPÓRTER que as empresas passaram a “entender o atual cenário em março” e diante do planejamento estratégico que fizeram nos dois anos anteriores conseguem ter “otimismo quanto ao futuro”, isso porque, de acordo com o executivo, “os juros baixos com a taxa Selic em 3% e expectativa de queda para 2,25% ao ano, o setor começa a se movimentar para traçar um novo planejamento e lançar empreendimentos”.
Digital
Além dos juros menores baratearem os financiamentos imobiliários, o que impulsiona o setor, Bruno Patriani, destaca também uma evolução digital no trato com o cliente, por exemplo. “O cliente busca hoje facilidade e informações, para isso, quem apostou em um site estruturado e interativo e canais digitais como WhatsApp deram um passo à frente”, disse.
Isolamento
Outro ponto que merece destaque, segundo Bruno refere-se à própria Patriani, isso porque, a empresa, diante cenário de isolamento social, enxergou uma nova plataforma de negócios.
Patriani
“Em nossos projetos vamos adequar espaços de acordo com a nova realidade. Como as pessoas têm passado mais tempo em casa agora é hora de criar salas e quartos mais amplos, integrar os espaços para o trabalho home office ao ambiente, criar áreas para coworking em áreas comuns ou até mesmo inserir uma churrasqueira maior, ou seja, dentro de um padrão escolhido pelas famílias”.
Lançamento
A Construtora Patriani lança, o Orion Santo André. O empreendimento na Vila Assunção, conta com 18 andares, deste total, 15 são de apartamentos, térreo com lazer e dois subsolos de garagem. Outras informações no site construtorapatriani.com.br.

sábado, 9 de maio de 2020

Construção civil em Umuarama se recupera, apesar dos efeitos da pandemia

Construção civil foi um dos setores que mais realizou contratações no último mês

O setor da construção civil registrou um alto índice de aprovação de projetos em abril, em Umuarama, recuperando-se após dois meses de retração em pleno cenário da pandemia do coronavírus, que vem afetando de forma drástica a economia em todo o Estado e no país. O mês passado registrou o melhor desempenho para abril desde 2015, com 22.024 m² de projetos aprovados pela Diretoria de Planejamento Urbano.
A aprovação do projeto é o primeiro passo para o início de uma obra, seja de construção, ampliação e reformas estruturais. “Este ano começou muito bem, com 22,7 mil m² aprovados em janeiro – melhor saldo para o mês desde 2014 –, mas fevereiro e março tiveram índices bem abaixo da média. Justamente em abril, com o auge da crise provocada pelo coronavírus, o setor mostrou novamente a sua força e se recuperou”, disse o prefeito Celso Pozzobom. 
De 2017 para cá, a média mensal de projetos tem variado entre 19,4 mil m² e 20,8 mil m². “Tomando essa base para comparação, vemos que abril esteve bem acima desse patamar e caso a tendência perdure pelos próximos meses, a construção civil vai ser fundamental para a recuperação na nossa economia, no período pós Covid-19. É um sinal de confiança dos investidores no desenvolvimento de Umuarama e no retorno dos seus investimentos, respondendo a uma demanda forte por habitação e edificações comerciais”, acrescentou Pozzobom.
O diretor de Planejamento Urbano, Antônio Carlos Lavagnini, acrescenta que outros setores importantes do mercado também são beneficiados na esteira da construção civil, como a mão de obra (geração direta de empregos), comércio de ferragens, materiais de construção, madeiras, acabamentos, hidráulico e elétrico. “Também podemos acrescentar as áreas de decoração, móveis e eletrodomésticos, pois casa nova geralmente pede uma renovação na mobília”, comentou. 
De acordo com informações da Agência do Trabalhador, da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo da Prefeitura, o setor da construção civil – ao lado de supermercados e hospitais – foi de fato responsável pelo maior volume de contratações de trabalhadores em abril, que resultou no saldo de 85 vagas ocupadas no mercado de trabalho. 
“Seja pelo saldo positivo na geração de empregos ou pela movimentação no comércio de materiais de construção e setores relacionados, nestes tempos difíceis a construção civil tem sido uma aliada importante na retomada da atividade econômica e reforça a tendência da nossa cidade ao desenvolvimento, apesar de todas as adversidades. Vamos sair mais fortes após essa pandemia”, completou o prefeito Celso Pozzobom.
Fonte: 

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Bolsonaro define construção civil e indústria como atividades essenciais

Bolsonaro define construção civil e indústria como atividades ...
O governo federal publicou nesta quinta-feira, 7, um decreto que inclui no rol de atividades essenciais o setor de construção civil e de indústrias. O presidente Jair Bolsonaro já tinha anunciado a assinatura desse decreto, após reunião com empresários no Supremo Tribunal Federal (STF).
O decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União que circula no período da tarde inclui também as atividades industriais como essenciais, mas faz a ressalva de que, nesse caso, desde que “obedecidas as determinações do Ministério da Saúde”.
Mais cedo, o presidente disse que está fazendo isso para que alguns setores da economia possam funcionar durante a pandemia.
A lista das atividades consideradas essenciais está definida pelo Decreto 10.282, de 20 de março, o primeiro ato editado sobre o tema, definindo serviços públicos e atividades que deveriam ter resguardado o exercício e funcionamento por serem considerados “indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, assim considerados aqueles que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população”.
“Vamos colocar novas categorias com responsabilidade e observando as normas do Ministério da Saúde. Porque senão, depois da UTI, é o cemitério, e não queremos isso para o Brasil” disse nesta quinta o presidente Bolsonaro ao falar do decreto.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Justiça determina suspensão das atividades da construção civil em Sergipe durante a quarentena

Construção civil  — Foto: Ricardo Welbert/G1/Arquivo

A Justiça do Trabalho deferiu, nessa segunda-feira (4), liminar para que as atividades da construção civil sejam imediatamente suspensas em Sergipe, enquanto durar o distanciamento social determinado pelas autoridades para conter a disseminação do novo coronavírus.
Segundo a decisão, somente devem ser permitidas atividades relacionadas à construção e manutenção de hospitais e unidades de saúde, serviços policiais e do Corpo de Bombeiros, além de outros serviços elencados pela legislação como essenciais, ou para a realização de serviços urgentes, cuja interrupção pode acarretar danos estruturais. A Justiça ainda define pelo afastamento de todos os trabalhadores, incluindo aprendizes, estagiários, autônomos, dentre outros.
A ação ajuizada pelos ministérios públicos do Estado de Sergipe (MPSE), do Trabalho (MPT/SE), Federal (MPF/SE) e tramita na 3ª Vara do Trabalho de Aracaju. Para os órgãos, a decisão colabora com as ações já adotadas para minimizar a disseminação do contágio da doença.
Caso haja descumprimento, as empresas representadas pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) poderão pagar multa diária de R$ 500 mil, que serão destinados a instituições ou programas/projetos públicos ou privados, de fins não lucrativos, que tenham objetivos filantrópicos, preferencialmente para a utilização na aquisição de insumos e equipamentos para o combate à epidemia da Covid-19 no Estado de Sergipe.