quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fecha 2017 em 3,82%

Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fecha 2017 em 3,82%

Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE, apresentou variação de 0,18% em dezembro, ficando 0,30 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa do mês anterior. Em 2017, esta taxa só foi maior que as dos meses de abril (0,15%) e outubro (0,16%). O indicador acumulado no ano foi de 3,82%, abaixo dos 6,64% registrados em 2016.Em dezembro de 2016, o índice foi 0,49%. 
O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em novembro ficou em R$ 1.064,76, passou para R$ 1.066,68, sendo R$ 544,97 relativos aos materiais e R$ 521,71 à mão de obra. 
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,14%, caindo 0,53 p.p. em relação ao mês anterior (0,67%). Já em relação a 2016, a taxa subiu 0,13 p.p. Por outro lado, a parcela da mão de obra apresentou variação de 0,22%, ficando próximo do índice de novembro (0,28%). A taxa dessa parcela (0,22%) ficou abaixo da registrada em dezembro de 2016 (1,02%), quando foram firmados quatro acordos coletivos.Nos resultados acumulados de 2017, os materiais tiveram variação de 2,61%, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 5,17%. Em 2016, a parcela dos materiais fechou em 2,92% e a mão de obra, em 10,89%.
Região Nordeste tem maior resultado acumulado em 2017Com alta na parcela dos materiais em seis estados e com variação captada na mão de obra no Rio Grande do Norte, a Região Nordeste apresentou a maior variação regional em dezembro (0,32%). A região registrou também a maior alta do ano, de 4,56%. Já a menor taxa ficou com a região Norte (-0,05%), que apresentou índices negativos em Amazonas, Roraima, Pará e Tocantins. Nas demais regiões os resultados foram: 0,16% (Sudeste), 0,13% (Sul) e 0,11% (Centro-Oeste). Quanto aos custos da construção, os valores, em dezembro, por metro quadrado foram: R$ 1.065,63 (Norte); R$ 991,97 (Nordeste); R$ 1.111,87 (Sudeste); R$ 1.105,39 (Sul) e R$ 1.083,05 (Centro-Oeste).
Em dezembro, Rio Grande do Norte registra a maior altaApesar da convenção coletiva ainda não ter sido firmada, foi captado aumento significativo na parcela da mão de obra no Rio Grande do Norte, registrando assim a maior taxa mensal, 2,38%, aumentando o custo médio por metro quadrado para R$ 963,98.
Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Novas tecnologias auxiliam serviços na construção civil

Uma trena que mede a distância sozinha e totalmente digital, e máquinas que enviam informações para o celular. Este é novo cenário da construção civil e que tem ganhado cada vez mais espaço nas obras, segundo empresários. De acordo com eles, com a ajuda da tecnologia, os serviços são realizados de forma mais rápida.

O gesseiro Diego Rodrigues Nogueira, de Itapetininga (SP), conta que com a tecnologia conseguiu agilizar seu serviço. Antes tinha que ficar com a trena para não errar nenhum centímetro, agora, em questão de minutos, consegue medir uma área grande com precisão usando trena digital.

“Por ainda ter uma empresa pequena, eu como proprietário tenho que executar várias funções. Tem que fazer o orçamento, compra do material, execução do serviço e receber. Então precisava otimizar o tempo o máximo possível. Esse equipamento, no meu caso, foi excelente”, explica.

Diego Rodrigues trocou as ferramentas manuais pelas digitais em Itapetininga (Foto: Reprodução/TV TEM)
Diego Rodrigues trocou as ferramentas manuais pelas digitais em Itapetininga (Foto: Reprodução/TV TEM)

Desde que trocou seus equipamentos manuais pelos digitais, Diego afirma que tem economizado tempo.

“Percebi que precisava desse equipamento quando fui medir uma obra em um condomínio de tamanho considerável e levei três horas para tirar a medida. Com a trena elétrica, levaria 20 minutos para fazer o mesmo serviço”, afirma.

Com a trena elétrica, Diego consegue fazer o serviço que levaria horas em minutos (Foto: Reprodução/TV TEM)
Com a trena elétrica, Diego consegue fazer o serviço que levaria horas em minutos (Foto: Reprodução/TV TEM)

De acordo com o construtor Daniel Rodrigues, que trabalha no setor da construção civil há 25 anos, muitos equipamentos vieram para agilizar e proporcionar mais qualidade de vida aos funcionários.

“Judia do corpo ficar batendo uma marreta o dia todo. Chega a tarde e você está quebrado. Agora está bem mais fácil. Vale muito a pena, porque você está economizando tempo”, explica.
Segundo o consultor de vendas Luciano Cunha, os equipamentos digitais custam mais caros, mas eles devem ser vistos como um investimento e não como um custo, pois são produtos que podem durar bastante.

“Não temos como medir a vida útil dos equipamentos, pois o retorno de problemas no período de garantia é muito baixo”, afirma.

Daniel Rodrigues afirma que equipamentos digitais agilizam o serviço em Itapetininga (Foto: Reprodução/TV TEM)
Daniel Rodrigues afirma que equipamentos digitais agilizam o serviço em Itapetininga (Foto: Reprodução/TV TEM)

'Economiza tempo e não cansa o corpo', afirma Daniel Rodrigues (Foto: Reprodução/TV TEM)
'Economiza tempo e não cansa o corpo', afirma Daniel Rodrigues (Foto: Reprodução/TV TEM)

Acesse o link e assista a reportagem:

Fonte: g1.com

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Construção Civil: perspectivas para 2018 são positivas para o setor

Resultado de imagem para minha casa minha vida

O Sindicato da Indústria da Construção Civil de Juiz de Fora (Sinduscon/JF) realizou um balanço sobre o setor em 2017 e avaliou que o ramo apresentou crescimento de 3% a 5%, na comparação com 2016. O desempenho aumentou a confiança dos empresários juiz-foranos.

"Não tivemos um dos melhores períodos, mas conseguimos uma ligeira recuperação comparada a 2016", afirmou Aurélio Marangon Sobrinho, presidente do Sinduscon/JF.

Ele destacou que um dos principais pontos que contribuiu para manter o setor ativo no passado foram os projetos do programa "Minha Casa, Minha Vida", que foram lançados por diversas empresas. Por outro lado, a baixa demanda por obras públicas prejudicou as empreiteiras.

Para Marangon, as perspectivas para 2018 são positivas para o setor. Ele acredita que um fator que pode impulsionar a construção civil é a aprovação da reforma da Previdência. “Irá trazer confiança e retomada de investimentos, fazendo com que o Brasil e a construção civil deslanchem", completou.


Fonte: g1.com

domingo, 7 de janeiro de 2018

Confira as carreiras que serão mais procuradas na retomada da construção civil

Confira as carreiras que serão mais procuradas na retomada da construção civil

Profissões conectadas que unem tecnologia e sustentabilidade estão entre as que mais devem gerar vagas

o embalo da retomada na indústria da construção civil a partir de 2018, os setores que mais devem gerar empregos na cadeia são os de sustentabilidade, infraestrutura, mobilidade e habitação.

Como as áreas são macro, as vagas devem abranger uma gama muito grande de profissões. No topo da lista estão as Engenharias e suas especialidades, elas aparecem nos quatro segmentos e estão muito ligadas à construção civil, uma atividade na qual a mão-de-obra humana é necessária e fundamental para a recuperação da economia.

Os sinais de que os próximos anos serão melhores aparecem em várias frentes. O Índice de Confiança da Construção, da Fundação Getulio Vargas, indica que vão aumentar as contratações em 2018. “O avanço não foi grande, mas os resultados representam uma sinalização importante de melhora da atividade da construção nos últimos meses do ano, o que, por sua vez, traz perspectivas mais positivas para o setor em 2018”, avaliou, Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

A recuperação da atividade deverá ser gerar oportunidades de trabalho em outros segmentos próximos, como saneamento básico, desenvolvimento urbano e mobilidade. O esforço para reduzir o déficit habitacional também será um grande gerador de mão-de-obra. Até 2025, o Brasil precisa construir 14,5 milhões de novos domicílios para suprir essa necessidade, conforme estimativa do Secovi-SP em parceria com a FGV.

Para se beneficiar dessa onda positiva de emprego, no entanto, é preciso estar preparado. Assim como em qualquer segmento, a qualificação é uma exigência. “As vagas que vão crescer são dos profissionais qualificados, os informais não conseguem operar uma máquina cara, é preciso treinamento para isso”, destaca o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins.

Entre as profissões que estarão em alta, destaque para o engenheiro projetista, assim como especialistas em automação residencial e técnico em edificação, o novo mestre de obras. Em alta também profissionais ligados à área de sustentabilidade, com experiência em BIM - planejamento e execução usando novas tecnologias.


“Hoje não adianta ser um exímio desenhista para fazer um projeto usando um esquadro. É preciso saber Autocad, que daqui a pouco será totalmente substituído pelo BIM”, avalia Martins.


O BIM é a abreviação para Building Information Modeling - Modelagem de Informações da Construção - software de criação de modelos virtuais que permite melhor análise e controle do que os processos manuais. Uma ferramenta que minimiza o desperdício, a ineficiência, uma deficiência do setor que deve ser vencida. Profissionais que chegarem ao mercado munido de conhecimentos para atacarem nessa frente serão bem-vindos.

No último boom da construção civil, dizem os especialistas, a combinação de juro baixo, bastante crédito - até 30 anos para pagar - permitiu que as pessoas comprassem imóveis pagando mais caro pela ineficiência do setor, porque a prestação cabia no bolso. Mas agora a situação é diferente. E essa mudança vai impactar diretamente na hora de contratar profissionais. O mercado vai priorizar a eficiência.


“Se as empresas quiserem vender, vão ter que trabalhar no custo. Elas devem melhorar a eficiência, a produtividade e os profissionais precisam atender à essa demanda”, destaca o presidente da CBIC.

Um dos problemas do setor é o grau de informalidade. Em 2014, no começo da recessão, 57% dos ocupados não recolhiam para a Previdência Social. De lá pra cá, cerca de 1 milhão de vagas com carteira assinada foram perdidas (de 3,3 milhões para 2,3 milhões). Esse contexto aumentou a quantidade de profissionais trabalhando como informais.

Tendências

Para Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, as perspetivas são muito boas nos segmentos de Sustentabilidade, Infraestrutura, Mobilidade Urbana. Ele aposta na carreira de Engenheiro Ambiental, com especialização em tratamento de resíduos, replantio, proteção de mananciais, o que é uma tendência mundial. No que se refere à infraestrutura, a demanda por estradas, portos e aeroportos é uma necessidade para permitir o crescimento do país, assim como o aporte em mobilidade é fundamental para a expansão e melhoria de qualidade de vida nas cidades.


“Como em qualquer profissão, a qualificação, as experiências internacionais são bem vistas e rendem melhores colocações e remunerações”, avalia Amary.


Calcula-se que de forma direta, indireta e contabilizando os informais, a cadeia tenha cerca de 12,5 milhões de trabalhadores.

Seja qual for sua capacitação no setor, uma coisa é certa: o mercado está reagindo e terá espaço para profissionais preparados, mais eficientes e de olho nas novas tecnologias.

Profissionais com alta demanda

Sustentabilidade: engenheiro de sustentabilidade, engenheiro ambiental, especialista em tratamento de resíduos, especialista em replantio, especialista em proteção de mananciais, especialista em reutilização de materiais, especialista em gestão de resíduos sólidos e especialista reaproveitamento de águas

Infraestrutura: engenheiros especialistas em construções de estradas, portos e aeroportos, topógrafo agrimensor, arquitetos, engenheiro projetista, técnico ambiental, advogado especialista em direito ambiental

Mobilidade: engenheiros e arquitetos especialistas em arquitetura urbanística, engenheiro projetista, técnico em segurança do trabalho, engenheiro de transporte

Habitação: pedreiro, encarregados, serventes, eletricistas, carpinteiros, mestre de obras, técnico em edificações, engenheiro civil, automação residencial, engenheiro BIM especializados em planejamento e execução, designer de interiores


Fonte: g1.com

sábado, 6 de janeiro de 2018

Construção civil pede mais financiamento

Empresários da construção civil esperam por mais investimentos do Governo

“Estamos otimistas para 2018, mas o grande problema que nos afeta é a falta de recursos para financiamento, principalmente nos pequenos varejos que vendem muito para imóveis do Minhas Casa Minha Vida ou para quem comprou e precisa fazer uma reforma, ou ampliar”. Foi o que afirmou o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção de Campo Grande (Sindiconstru-CG), Fabiano Lopes ao comentar sobre as perspectivas para o setor em 2018. “ No segundo semestre do ano passado, houve uma pequena melhora, a economia reaqueceu e com a queda dos juros, o pessoal começa a tirar dinheiro de aplicação para investir na construção”. Avaliou Lopes ao comentar que o setor da construção civil de Mato Grosso do Sul deve apresentar pequena reação no consolidado de 2017, com crescimento de até 1%. Esta reação depende essencialmente de recursos para financiamento para que possa retomar o crescimento,. De acordo com os Indicadores Imobiliários Nacionais, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), o setor apresentou melhora ao final do terceiro trimestre deste ano, em relação a igual período de 2016. Desde 2016, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio da sua Comissão da Indústria Imobiliária (CII), tem divulgado, trimestralmente, os principais dados referentes ao mercado imobiliário de lançamentos residenciais, consolidados em 22 regiões de análise em todo o Brasil. O indicador foi desenvolvido com o intuito de apoiar pesquisas existentes nas entidades associadas à CBIC, consolidando dados com uma metodologia nacional.

Fonte: http://www.diariodigital.com.br

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Araraquara: Construção de 9 mil imóveis vai gerar oportunidades de emprego

Estimativa para este ano é da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com base nas aprovações de projetos feitas pela prefeitura.

Construção de 9 mil casas e prédios gera oportunidade de empregos em Araraquara

Nove mil imóveis, entre casas, apartamentos e empreendimentos comerciais devem ser construídos em 2018, em Araraquara (SP), segundo estimativa da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com base nas aprovações de projetos feitas pela prefeitura. O aquecimento no setor gera expectativa na geração de vagas na construção civil.


Na avaliação da secretária de Desenvolvimento Urbano, Luciana Gonçalves, os números projetam uma recuperação do setor imobiliário. Só para apartamentos em prédios de quatro andares, foram 2.736 unidades.

“São projetos de loteamentos, condomínios, apartamentos e casas tudo para 2018 e a gente vê que há uma grande perspectiva de melhoria nesse mercado”, afirmou.



Aquecimento do mercado imobiliário abre oportunidades de emprego em Araraquara (SP) (Foto: Reprodução/EPTV)

Mais empregos

O aquecimento do mercado imobiliário é uma oportunidade para quem está procurando emprego. O construtor Rubens Tositto Júnior pretende aumentar em quase 60% o quadro de funcionários.

“Nós trabalhamos com o efetivo de 170 pessoas e já temos contratação feita para janeiro de mais 100 trabalhadores”, afirmou.

Para o mestre de obras Francisco de Castro, que chegou a achar que ia começar 2018 desempregado, o reaquecimento do mercado foi uma boa notícia.

“Melhorou para a empresa e eu vou continuar garantido por pelo menos dois anos”, contou.

Comércio

E não é apenas o setor imobiliário que espera crescimento. Uma rede de supermercados pretende aumentar a quantidade de lojas na cidade, com uma inauguração no segundo semestre.

Além de gerar postos de trabalho na construção civil, haverá criação de vagas na operação do supermercado, sobretudo na área de atendimento.

“Devemos gerar em torno 230 empregos diretos, fora os indiretos”, garantiu o gerente Demétrio Ribeiro.

Fonte: g1.com

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL VOLTA A OPERAR EM LARGA ESCALA E ISSO É UM EXCELENTE INDICADOR

De acordo com Felipe Moreno, fundador da startup Middi e ex-editor do InfoMoney, o setor da construção civil está dando claros sinais de recuperação, o que é um indicador tremendamente positivo para a economia nacional.



A construção civil é um dos setores mais importantes da economia de um país, especialmente um país como o Brasil, que ainda está se desenvolvendo muito (é uma nação de terceiro mundo). Nesta área a economia só funciona bem quando há abundância de crédito, pois é capital intensivo. Nos últimos três ou quatro anos esta foi uma das áreas mais negativamente afetadas da economia, mas agora o setor imobiliário voltou a usar o termo "lançamentos", voltou a produzir imóveis e vendê-los na planta. Tudo isso é um ótimo indicador.
Por ser um setor que envolve grande quantidade de dinheiro, o ramo da construção civil também envolve riscos mais elevados. Uma empreiteira não pode, por exemplo, gastar uma fortuna para construir um edifício residencial que irá ficar parado por falta de clientes depois. Se isso acontecer ela jamais vai recuperar seu investimento, terá perdas milionárias. Além disso, não só o material para construção é caro, a mão de obra também é. Do mais reles servente de pedreiro ao engenheiro civil, este setor é um dos que tem as melhores remunerações, justamente porque envolve uma necessidade básica da população e a possibilidade de altos ganhos para os investidores.
De acordo com Felipe Moreno, ex-editor do InfoMoney e fundador da startup Middi, os sinais estão claros. Há uma evidente recuperação econômica em andamento. Isso tudo, também, graças ao fato de que a bolha imobiliária brasileira foi menor do que o previsto, o que significa que houve menores perdas mesmo no período de crise. Agora, ao que parece, é só questão de tempo. Todos os sinais estão bastante positivos.
A maior crise de nossa história, pelo visto, está mesmo ficando no passado.

Fonte: http://www.sulconnection.com.br

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Setor da construção civil prevê ano favorável

Cenário nebuloso de 2017 para a construção civil deve ser superado no decorrer deste ano, segundo o SindusCon-Sorocaba - EMÍDIO MARQUES / ARQUIVO JCS (9/10/2017)

Depois de um 2017 "crítico", marcado por dificuldades, o setor da construção civil enxerga uma "luzinha no fim do túnel" e alimenta expectativas mais favoráveis para este ano. Foi o que afirmou o diretor da regional Sorocaba do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SindusCon), Elias Stefan Júnior em visita ao Cruzeiro do Sul. 

Acompanhado do coordenador da entidade, Fernando Alonso, Stefan disse que fatores como a escassez de crédito para financiamento de projetos habitacionais, a falta de investimentos por parte dos governos em todas as esferas, a carga tributária, o elevado patamar da taxa de juros e a falta de incentivos contribuíram para o quadro. 

Até por conta disso, em 2018 a representação dos construtores deve adotar tom mais incisivo para dialogar com os interlocutores. Conforme Stefan, o SindusCon está disposto a fazer valer o peso de sua representatividade, já que, como disse, agrega fator de desenvolvimento, gera empregos e reverte tudo o que produz em benefício do mercado interno, mas não obtém reciprocidade de tratamento ao contrário de outros setores. 

Ele também fez a defesa das construtoras que, por erro de informação e de interpretação, ficaram estigmatizadas e foram niveladas às grandes empreiteiras envolvidas em escândalos investigados dentro da Operação Lava Jato. "Nós pertencemos a uma maioria que trabalha com seriedade e que nada tem a ver com a onda de escândalos", destacou. 

Expandir projetos 

Stefan também falou da tendência de expansão de projetos habitacionais em regiões valorizadas de Sorocaba. Disse que isto ocorre em razão da demanda. "As pessoas procuram moradias a custos mais baixos e encontram em bairros como os da zona sul. Essa situação tem a ver com a faixa de preço do programa Minha Casa, Minha Vida que é adotada." 

Ele lembrou que, apesar dos entraves, a regional do SindusCon desenvolveu uma agenda de atividades como cursos de qualificação em parceria com a unidade do Senai na zona norte. O SindusCon acredita num ano novo melhor, e projeta uma taxa de crescimento de 0,3%, bem abaixo daquela estimada pelas autoridades da área econômica, mas suficiente para apontar um cenário menos nebuloso. Os construtores esperam que o Congresso aprove o projeto de Reforma da Previdência quando a votação for retomada em fevereiro. "É uma medida necessária para que voltemos a crescer". 


Elias: SindusCon fará valer o peso de sua representatividade - EMÍDIO MARQUESElias: SindusCon fará valer o peso de sua representatividade - EMÍDIO MARQUES


CUB 


Por meio de nota de sua assessoria, o SindusCon informou que o Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo registrou alta de 0,04% em novembro na comparação com o mês anterior. Esta é a sétima elevação seguida do indicador. De acordo com o sindicato, o CUB representativo da construção paulista (R8-N) ficou em R$ 1,3 mil por metro quadrado no período. Em 12 meses a alta foi de 2,31%. 

Dentro da composição do indicador, os custos médios com mão de obra representaram 61,71%, materiais, 35,07% e despesas administrativas 3,22%. Nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos a alta foi de 0,04% no CUB na comparação com outubro, totalizando R$ 1.227,50 por metro quadrado. Em 12 meses, o indicador registra alta de 2,21%. Calculado pelo sindicato e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Custo Unitário Básico é o índice oficial que reflete a variação dos custos mensais das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.

Fonte: http://www.jornalcruzeiro.com.br

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Setor da construção civil teve pequena reação em 2017, avalia sindicato

Expectativa é positiva para 2018, mas cita falta de investimentos para financiamentos

Sindicato está otimista para o ano que vem, mas preocupados com o varejo (Foto: Divulgação)

O setor da construção civil em Mato Grosso do Sul teve pequena reação em 2017, e a expectativa é que haja uma melhora significativa para 2018. Esta foi a previsão feita pelo presidente do Sindiconstru-CG ( Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção de Campo Grande), Fabiano Lopes.
O sindicato divulgou que o crescimento no Estado chegou apenas a 1% neste ano, tendo uma pequena melhora no segundo semestre. "A economia reaqueceu e com a queda dos juros, o pessoal começa a tirar dinheiro de aplicação para investir na construção. Estamos otimistas para 2018, mas o grande problema é a falta de recursos para financiamento", descreveu.
Ele cita principalmente os pequenos varejos que vendem os imóveis do programa federal, "Minha Casa, Minha Vida". Entram neste cenário ainda os interessados em fazer reforma, para ampliar o imóvel adquirido. Uma das formas de medir esta situação é por meio dos Indicadores Imobiliários Nacionais.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção tem divulgado desde 2016, de forma trimestral, os dados referentes ao mercado imobiliário de lançamentos residenciais, em todo Brasil. A intenção destes mecanismos (indicadores) é apoiar as pesquisas existentes nas entidades, para consolidar os dados nacionais.
Fonte: www.campograndenews.com.br

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Construção civil, finanças, gestão e TI: veja setores mais promissores para 2018 em Goiás

Segundo ABRH-GO, existem vagas que demanda bastante qualificação, mas que podem pagar salários de até R$ 65 mil.



Construção civil, finanças, gestão e TI: veja setores mais promissores para 2018 em Goiás

Um novo ano começa e com ela boas oportunidades para quem busca uma vaga no mercado de trabalho. Alguns segmentos devem oferecer as maiores - e melhores - oportunidades de 2018. Segundo a Associação Brasileira de Recurso Humanos em Goiás (ABRH-GO), entre os setores mais promissores, estão a construção civil e as áreas de finanças, gestão e tecnologia da informação (TI).

Os salários são altos, mas demandam bastante qualificação. Quem tiver um vasto currículo e preparação para assumir um cargo de direção pode ter salários de até R$ 65 mil.

Veja as carreiras promissoras para 2018:

Corretor de imóveis: salário médio de R$ 10 mil
Analista de sistemas e gerente de projetos: sálario varia entre R$ 3,6 mil e R$ 7 mil
Diretor de TI: salário varia entre R$ 40 mil e R$ 65 mil
Engenheiro ou cientista de dados: salário varia entre R$ 9 mil e R$ 15 mil
Gerente de expansão (focado na infraestrutura digital): salário varia entre R$ 15 mil e R$ 25 mil
Analista de mídia digital: salário varia entre R$ 3 mil e R$ 6 mil
Controller (nas áreas de controladoria e contabiliadde das empresas): salários entre R$ 25 mil e R$ 35 mil
Consultor interno de RH (Business partner): salário entre R$ 20 mil e R$ 30 mil




Construção civil, finanças, gestão e TI: veja setores mais promissores para 2018 em Goiás (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Fonte: g1.globo.com