sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Araraquara: Construção de 9 mil imóveis vai gerar oportunidades de emprego

Estimativa para este ano é da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com base nas aprovações de projetos feitas pela prefeitura.

Construção de 9 mil casas e prédios gera oportunidade de empregos em Araraquara

Nove mil imóveis, entre casas, apartamentos e empreendimentos comerciais devem ser construídos em 2018, em Araraquara (SP), segundo estimativa da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com base nas aprovações de projetos feitas pela prefeitura. O aquecimento no setor gera expectativa na geração de vagas na construção civil.


Na avaliação da secretária de Desenvolvimento Urbano, Luciana Gonçalves, os números projetam uma recuperação do setor imobiliário. Só para apartamentos em prédios de quatro andares, foram 2.736 unidades.

“São projetos de loteamentos, condomínios, apartamentos e casas tudo para 2018 e a gente vê que há uma grande perspectiva de melhoria nesse mercado”, afirmou.



Aquecimento do mercado imobiliário abre oportunidades de emprego em Araraquara (SP) (Foto: Reprodução/EPTV)

Mais empregos

O aquecimento do mercado imobiliário é uma oportunidade para quem está procurando emprego. O construtor Rubens Tositto Júnior pretende aumentar em quase 60% o quadro de funcionários.

“Nós trabalhamos com o efetivo de 170 pessoas e já temos contratação feita para janeiro de mais 100 trabalhadores”, afirmou.

Para o mestre de obras Francisco de Castro, que chegou a achar que ia começar 2018 desempregado, o reaquecimento do mercado foi uma boa notícia.

“Melhorou para a empresa e eu vou continuar garantido por pelo menos dois anos”, contou.

Comércio

E não é apenas o setor imobiliário que espera crescimento. Uma rede de supermercados pretende aumentar a quantidade de lojas na cidade, com uma inauguração no segundo semestre.

Além de gerar postos de trabalho na construção civil, haverá criação de vagas na operação do supermercado, sobretudo na área de atendimento.

“Devemos gerar em torno 230 empregos diretos, fora os indiretos”, garantiu o gerente Demétrio Ribeiro.

Fonte: g1.com

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL VOLTA A OPERAR EM LARGA ESCALA E ISSO É UM EXCELENTE INDICADOR

De acordo com Felipe Moreno, fundador da startup Middi e ex-editor do InfoMoney, o setor da construção civil está dando claros sinais de recuperação, o que é um indicador tremendamente positivo para a economia nacional.



A construção civil é um dos setores mais importantes da economia de um país, especialmente um país como o Brasil, que ainda está se desenvolvendo muito (é uma nação de terceiro mundo). Nesta área a economia só funciona bem quando há abundância de crédito, pois é capital intensivo. Nos últimos três ou quatro anos esta foi uma das áreas mais negativamente afetadas da economia, mas agora o setor imobiliário voltou a usar o termo "lançamentos", voltou a produzir imóveis e vendê-los na planta. Tudo isso é um ótimo indicador.
Por ser um setor que envolve grande quantidade de dinheiro, o ramo da construção civil também envolve riscos mais elevados. Uma empreiteira não pode, por exemplo, gastar uma fortuna para construir um edifício residencial que irá ficar parado por falta de clientes depois. Se isso acontecer ela jamais vai recuperar seu investimento, terá perdas milionárias. Além disso, não só o material para construção é caro, a mão de obra também é. Do mais reles servente de pedreiro ao engenheiro civil, este setor é um dos que tem as melhores remunerações, justamente porque envolve uma necessidade básica da população e a possibilidade de altos ganhos para os investidores.
De acordo com Felipe Moreno, ex-editor do InfoMoney e fundador da startup Middi, os sinais estão claros. Há uma evidente recuperação econômica em andamento. Isso tudo, também, graças ao fato de que a bolha imobiliária brasileira foi menor do que o previsto, o que significa que houve menores perdas mesmo no período de crise. Agora, ao que parece, é só questão de tempo. Todos os sinais estão bastante positivos.
A maior crise de nossa história, pelo visto, está mesmo ficando no passado.

Fonte: http://www.sulconnection.com.br

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Setor da construção civil prevê ano favorável

Cenário nebuloso de 2017 para a construção civil deve ser superado no decorrer deste ano, segundo o SindusCon-Sorocaba - EMÍDIO MARQUES / ARQUIVO JCS (9/10/2017)

Depois de um 2017 "crítico", marcado por dificuldades, o setor da construção civil enxerga uma "luzinha no fim do túnel" e alimenta expectativas mais favoráveis para este ano. Foi o que afirmou o diretor da regional Sorocaba do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SindusCon), Elias Stefan Júnior em visita ao Cruzeiro do Sul. 

Acompanhado do coordenador da entidade, Fernando Alonso, Stefan disse que fatores como a escassez de crédito para financiamento de projetos habitacionais, a falta de investimentos por parte dos governos em todas as esferas, a carga tributária, o elevado patamar da taxa de juros e a falta de incentivos contribuíram para o quadro. 

Até por conta disso, em 2018 a representação dos construtores deve adotar tom mais incisivo para dialogar com os interlocutores. Conforme Stefan, o SindusCon está disposto a fazer valer o peso de sua representatividade, já que, como disse, agrega fator de desenvolvimento, gera empregos e reverte tudo o que produz em benefício do mercado interno, mas não obtém reciprocidade de tratamento ao contrário de outros setores. 

Ele também fez a defesa das construtoras que, por erro de informação e de interpretação, ficaram estigmatizadas e foram niveladas às grandes empreiteiras envolvidas em escândalos investigados dentro da Operação Lava Jato. "Nós pertencemos a uma maioria que trabalha com seriedade e que nada tem a ver com a onda de escândalos", destacou. 

Expandir projetos 

Stefan também falou da tendência de expansão de projetos habitacionais em regiões valorizadas de Sorocaba. Disse que isto ocorre em razão da demanda. "As pessoas procuram moradias a custos mais baixos e encontram em bairros como os da zona sul. Essa situação tem a ver com a faixa de preço do programa Minha Casa, Minha Vida que é adotada." 

Ele lembrou que, apesar dos entraves, a regional do SindusCon desenvolveu uma agenda de atividades como cursos de qualificação em parceria com a unidade do Senai na zona norte. O SindusCon acredita num ano novo melhor, e projeta uma taxa de crescimento de 0,3%, bem abaixo daquela estimada pelas autoridades da área econômica, mas suficiente para apontar um cenário menos nebuloso. Os construtores esperam que o Congresso aprove o projeto de Reforma da Previdência quando a votação for retomada em fevereiro. "É uma medida necessária para que voltemos a crescer". 


Elias: SindusCon fará valer o peso de sua representatividade - EMÍDIO MARQUESElias: SindusCon fará valer o peso de sua representatividade - EMÍDIO MARQUES


CUB 


Por meio de nota de sua assessoria, o SindusCon informou que o Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo registrou alta de 0,04% em novembro na comparação com o mês anterior. Esta é a sétima elevação seguida do indicador. De acordo com o sindicato, o CUB representativo da construção paulista (R8-N) ficou em R$ 1,3 mil por metro quadrado no período. Em 12 meses a alta foi de 2,31%. 

Dentro da composição do indicador, os custos médios com mão de obra representaram 61,71%, materiais, 35,07% e despesas administrativas 3,22%. Nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos a alta foi de 0,04% no CUB na comparação com outubro, totalizando R$ 1.227,50 por metro quadrado. Em 12 meses, o indicador registra alta de 2,21%. Calculado pelo sindicato e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Custo Unitário Básico é o índice oficial que reflete a variação dos custos mensais das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.

Fonte: http://www.jornalcruzeiro.com.br

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Setor da construção civil teve pequena reação em 2017, avalia sindicato

Expectativa é positiva para 2018, mas cita falta de investimentos para financiamentos

Sindicato está otimista para o ano que vem, mas preocupados com o varejo (Foto: Divulgação)

O setor da construção civil em Mato Grosso do Sul teve pequena reação em 2017, e a expectativa é que haja uma melhora significativa para 2018. Esta foi a previsão feita pelo presidente do Sindiconstru-CG ( Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção de Campo Grande), Fabiano Lopes.
O sindicato divulgou que o crescimento no Estado chegou apenas a 1% neste ano, tendo uma pequena melhora no segundo semestre. "A economia reaqueceu e com a queda dos juros, o pessoal começa a tirar dinheiro de aplicação para investir na construção. Estamos otimistas para 2018, mas o grande problema é a falta de recursos para financiamento", descreveu.
Ele cita principalmente os pequenos varejos que vendem os imóveis do programa federal, "Minha Casa, Minha Vida". Entram neste cenário ainda os interessados em fazer reforma, para ampliar o imóvel adquirido. Uma das formas de medir esta situação é por meio dos Indicadores Imobiliários Nacionais.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção tem divulgado desde 2016, de forma trimestral, os dados referentes ao mercado imobiliário de lançamentos residenciais, em todo Brasil. A intenção destes mecanismos (indicadores) é apoiar as pesquisas existentes nas entidades, para consolidar os dados nacionais.
Fonte: www.campograndenews.com.br

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Construção civil, finanças, gestão e TI: veja setores mais promissores para 2018 em Goiás

Segundo ABRH-GO, existem vagas que demanda bastante qualificação, mas que podem pagar salários de até R$ 65 mil.



Construção civil, finanças, gestão e TI: veja setores mais promissores para 2018 em Goiás

Um novo ano começa e com ela boas oportunidades para quem busca uma vaga no mercado de trabalho. Alguns segmentos devem oferecer as maiores - e melhores - oportunidades de 2018. Segundo a Associação Brasileira de Recurso Humanos em Goiás (ABRH-GO), entre os setores mais promissores, estão a construção civil e as áreas de finanças, gestão e tecnologia da informação (TI).

Os salários são altos, mas demandam bastante qualificação. Quem tiver um vasto currículo e preparação para assumir um cargo de direção pode ter salários de até R$ 65 mil.

Veja as carreiras promissoras para 2018:

Corretor de imóveis: salário médio de R$ 10 mil
Analista de sistemas e gerente de projetos: sálario varia entre R$ 3,6 mil e R$ 7 mil
Diretor de TI: salário varia entre R$ 40 mil e R$ 65 mil
Engenheiro ou cientista de dados: salário varia entre R$ 9 mil e R$ 15 mil
Gerente de expansão (focado na infraestrutura digital): salário varia entre R$ 15 mil e R$ 25 mil
Analista de mídia digital: salário varia entre R$ 3 mil e R$ 6 mil
Controller (nas áreas de controladoria e contabiliadde das empresas): salários entre R$ 25 mil e R$ 35 mil
Consultor interno de RH (Business partner): salário entre R$ 20 mil e R$ 30 mil




Construção civil, finanças, gestão e TI: veja setores mais promissores para 2018 em Goiás (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Marca consolidada no setor moveleiro, Formica® investe na Construção Civil em 2012

De olho no boom imobiliário e impulsionada pelo crescimento estável do setor, a Fomica® lança seu primeiro piso ‘premium’ 
 
De acordo com dados publicados pelo IBGE e divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), em 2011, o setor da construção civil teve uma participação de 5,8 % no PIB Total Brasil, registrando, apesar de inferiores a 2010, resultados positivos e um crescimento de 4,8%. 
 
A estabilidade do mercado fez com que as empresas enxergassem oportunidades de expandir seus negócios no país. É o que acontece com a Formica®. No Brasil, a detentora da tecnologia e dos direitos de uso da marca, com exclusividade, é a Formiline Indústria de Laminados Ltda. A empresa decidiu inovar com o lançamento de um piso vinílico, com inúmeras vantagens se comparado aos laminados existentes no mercado, a base de HDF (High Density Fiberboard), visando principalmente os mercados: imobiliário, corporativo e hoteleiro. 
 
Pesquisa e Inovação
 
Aquaclic® Piso Premium da Formica® é um produto exclusivo da marca e chega ao mercado, com uma tecnologia que garante 100% resistência à água. “Por meio de pesquisas nas principais feiras internacionais do setor e pelas manifestações recebidas por nossos departamentos de atendimento ao consumidor e aos profissionais de Arquitetura e Design, detectamos a necessidade de lançar um piso com maior resistência à umidade, aos riscos e às manchas”, explica José Reginaldo Missiato, gerente de produtos e de marketing da Formica®. 
 
Piso para ambientes com design, tecnologia e sustentabilidade
 
A impermeabilidade do Aquaclic® Piso Premium é garantida pela sua constituição: substrato de polímeros vinílicos, película com impressão do padrão de acabamento e uma camada de proteção na superfície, com resina de alta resistência, que protege completamente o piso.
 
Segundo ele, hoje, a tendência, tanto nos ambientes residenciais quanto nos corporativos, é unir as seguintes qualidades no lançamento de um produto: design, beleza, conforto, praticidade, tecnologia e sustentabilidade. “Graças aos dez padrões madeirados exclusivos, o Aquaclic® Piso Premium é extremamente versátil, com inúmeras vantagens de uso e instalação rápida, o que o torna uma excelente opção para os empreendimentos atuais das grandes incorporadoras. Por não utilizar ferramentas especiais, colas e adesivos na colocação, o piso vinílico é também recomendado para reformas, pois pode ser aplicado sobre pisos já existentes. Isso tudo devido a uma tecnologia exclusiva de encaixe, o Uniclic®”, orienta. 
 
O desafio foi também criar um produto que aumenta o isolamento acústico para ser usado em todo o projeto. Por resistir à umidade, o Aquaclic®Piso Premium pode revestir, em apartamentos e casas, do lavabo até a lavanderia, com a vantagem de ter o acabamento similar ao da madeira natural. E por ter uma tela de fibra de vidro em sua estrutura, oferece estabilidade dimensional e estrutural ao piso, evitando rupturas.
 
Como a cadeia produtiva da construção civil tem papel decisivo na inovação de materiais cujo uso privilegie o ambientalmente correto, uma das características do Aquaclic® Piso Premium é ser ecofriendly, desde a produção, que não utiliza madeira na composição das lâminas e a possível reciclagem após o descarte.
 
Portanto, com Aquaclic® Piso Premium, a Formica® pretende repetir o sucesso da sua bem-sucedida trajetória também no segmento de revestimento para pisos, garantindo ao consumidor garantia de qualidade. Projetado para o lançamento do produto e para esclarecer as principais dúvidas dos consumidores, o site www.aquaclic.com.br traz a cartela de padrões, o passo a passo de instalação e todas as vantagens do piso pela sua maior resistência.
 
Atenção, Formica® é marca! 
 
Hoje, existem no mercado de revestimentos alguns produtos que se utilizam da tradição e da aproximação "marca e nome de gênero do produto" para se autodenominarem como Formica®. O consumidor só sai perdendo porque as características da Formica® superam a qualidade dos concorrentes, que não são laminados decorativos de alta resistência. Formica® é marca registrada e segue rigorosos padrões de qualidade certificados por normas internacionais.
 
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, “fórmica” não é designação genérica daqueles laminados decorativos utilizados como acabamento em mobília e na construção civil. Trata-se, na verdade, de mais um dos incontáveis casos em que uma marca, tão notória, acabou virando sinônimo de produto. A Formica® foi uma invenção de 1913 do engenheiro norte-americano Dan J. O’Conor. Na época, o material utilizado era a mica, o produto era um substituto para a mica, no inglês, “for mica” (pronuncia-se formáika), daí o nome. Anos mais tarde, a Formica® passou a utilizar os laminados decorativos, que, aos poucos, tornaram-se o principal negócio da fabricante. No Brasil, a detentora da tecnologia e dos direitos de uso da marca, com exclusividade, é a Formiline Indústria de Laminados Ltda.
 
Mais informações: www.formica.com.br
 
Sobre a Formica®:
 
Sinônimo de produto, quando o assunto é laminado de alta pressão, a Formica®, no Brasil, é uma marca de propriedade da Formiline Indústria de Laminados Ltda. Além de ser líder na fabricação de laminados, a empresa oferece ao mercado: fitas de borda, adesivos e revestimentos de pisos e paredes. A Formica® possui ISO 9001 e é a única empresa no continente americano que também produz laminados em prensa contínua. A fim de atender as mais diversas necessidades da indústria moveleira e do mercado da construção civil, a Formica® está em constante processo de atualização e de pesquisa para firmar-se cada vez mais como uma marca que dita tendências nos setores em que atua.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Trabalhadores da construção civil fazem passeata na Praia de Iracema

erca de mil trabalhadores da construção civil de Fortaleza e Região Metropolitana vão realizar, a partir das 7 horas desta terça-feira, 10, uma passeata pela avenida Raimundo Girão, na Praia de Iracema, en direção à avenida Beira Mar.
A passeata faz parte das mobilizações da categoria que vive campanha salarial. Os trabalhadores da construção civil reivindicam, em pauta extensa, 17% de reajuste salarial, R$ 80 de cesta básica, melhorias nas condições de trabalho e plano de saúde.
Quem for circular pela avenida Raimundo Girão, enfrentará engarrafamento.
Blog do Eliomar

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Custo da construção civil fica em 0,40% em março

No acumulado do trimestre, o CUB registra alta de 0,85%.
3 de abril de 2012 - O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo subiu em março, variando 0,40% em relação a fevereiro deste ano.

Calculado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos do setor para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.

Em março, os custos das construtoras com materiais de construção se elevaram 0,45% em comparação a fevereiro. Já os custos com mão de obra subiram 0,37%, enquanto os salários dos engenheiros registraram leve acréscimo de 0,15%, interrompendo seis meses consecutivos de estabilidade. A média ponderada entre os três itens resultou na variação de 0,40% do CUB representativo da construção paulista (RN-8), que neste mês ficou em R$ 963,25 por metro quadrado.

No acumulado do trimestre, o CUB registra alta de 0,85%, com os custos da mão de obra avançando 0,84% e as despesas com materiais apresentando valorização de 0,91%. Em doze meses até março, o CUB apontou alta de 6,19%. No período, os custos com a mão de obra subiram 9,12% e com os materiais tiveram elevação de 2,47%. 

Ainda em março, 10 dos 41 insumos da construção pesquisados aumentaram acima do IGP-M do mês, que recuou 0,43%.

(Redação - www.ultimoinstante.com.br)


Leia Mais: http://ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/68171-custo-construcao-civil-fica-marco.html#ixzz1r4NCEvNO

terça-feira, 3 de abril de 2012

Construção civil reclama de lei


02.04.2012
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Conforme Associação dos Construtores Civil de Iguatu (ACCI), em 2011, o setor injetou na economia local cerca de R$ 24 milhões
FOTO: HONÓRIO BARBOSA
Iguatu. Construtores de imóveis residenciais estão mobilizados contra mudanças ocorridas na Lei de Parcelamento de Solo Urbano de Iguatu. A categoria afirma que as modificações referentes à área de ocupação e desmembramentos de lotes trouxeram prejuízos para o setor da construção civil. É o que afirma a Associação dos Construtores Civis de Iguatu (ACCI).

Representantes da entidade participaram de reunião na Câmara de Vereadores para debater a questão e solicitar apoio aos parlamentares para mudar o texto da lei, que foi modificado em dezembro passado. O Legislativo municipal aprovou a redução do índice de ocupação do solo, limitando em 65% a área construída em um lote. Outra modificação foi referente ao desmembramento de loteamentos antigos, que ficou restrito a 20% da área da quadra para os projetos aprovados anterior a 2001.

O presidente da ACCI, Elenilton Lopes, destacou que as mudanças trazem prejuízo para o setor. "Tínhamos no desmembramento uma forma de baratear o nosso insumo principal e mais oneroso, que é o terreno, pois os loteamentos antigos são grandes", destacou. Elenilton Lopes pediu que a Câmara, juntamente com a Secretaria de Urbanismo, faça uma mudança na Lei de Parcelamento do Solo Urbano o mais breve possível.

Segundo números da entidade, em 2011, o setor da construção civil injetou na economia local cerca de R$ 24 milhões, através de construções financiadas pela Caixa Econômica Federal. Nesse período, foram arrecadados R$ 800 mil em tributos para o Município e foram gerados cerca de 850 empregos diretos. "Os números mostram a importância do setor", disse Lopes.

"Esse é um tema que precisa ser debatido e observada a possibilidade de se adequar a lei", defendeu o vice-líder do prefeito no Legislativo, Ronald Bezerra. O diretor do Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de Iguatu, Paulo César Barreto, disse que a mudança aprovada em 2011 foi uma adequação à realidade atual para atender os segmentos residencial, comercial e de serviços.

No próximo dia 2 de abril, haverá a conferência para a revisão final da Lei de Uso e Ocupação do Solo e de Parcelamento do Solo. "Será a oportunidade para os segmentos representativos da sociedade discutir e adequar a legislação. Depois as propostas serão encaminhadas para a Câmara Municipal para serem debatidas e aprovadas em audiência pública", explicou barros, frisando que as reivindicações do setor de construção civil serão analisadas e, se for consenso da maioria, serão atendidas.
Fonte: Diário do Nordeste